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RPS Musical #09: 18/06/17


Eai meus bons, esta no ar mais uma edição do RPS. Nessa semana teve uns lançamentos bem bons e outras bem baixo nível, então aproveitem a leitura! 

Calvin Harris Feat Pharell Williams, Katy Perry e Big Sean - Feels


É difícil dizer isso, mas essa é mais uma boa musica do Calvin Harris. É claro que dessa vez podíamos colocar como o responsável pelo resultado a participação do Pharell Williams um musica de primeira linha, mas o trabalho do DJ/Produtor nessa musica esta excelente o beat utilizado é de muito bom gosto. AS participações da Katy Perry e do Big Sean também não deixam nem um pouco a desejar e acrescentam muito a musica.

Tom Walker - Heartland 


Não é das mais originais, porque tem vários artistas mais conhecidos fazendo musicas bem parecidas, mas ainda é um bom som.


MC Kevinho - To Apaixonado Nessa Mina


Tentou ser o Livinho, mas não deu né pai.

The Killers - The Man


Li em algum lugar bem recente que uma nova onda de bandas de Rock Alternativo usando referencias de Disco Music iria aparecer e bom essa faixa nova do The Killers é um exemplo disso. A musica não é uma das melhores coisas que a banda ja lançou, mas é ao menos um som bem divertido. 

Dizzee Rascal - Space


Ótima musica flow do Dizzie esta insano. Movimento Grime realmente esta vindo com força.

Shania Twain - Life's About To Get Good


Country bem genérico, mas o que realmente importa é "CARALHO, A SHANIA TAWIN AINDA EXISTE".

DJ Khaled feat Rihanna e Bryson Tiller - Wild Thoughts


Pop swingado sem muito destaque, musica bem passável. Depois do excelente trabalho do DJ Khaled junto com a Beyonce e do Jay Z, parece que o DJ agora voltou ao seu Status Quo. 

Coldplay - All I Can Think About is You


Ok, eu nunca fui fã do COldplay nem dá fase mais aclamada da banda nem da mais recente com viés mais Pop. Então para mim gostar de algo feito por eles é abem difícil e bom claramente esse novo lançamento não é pra mim, mas sinceramente achei bem melhor que quase tudo que ouvi recentemente do Coldplay ela até chega a ameaçar ir pelo caminho dos trabalhos mais antigos da banda. 

Boss in Drama - Close Certo


Close Errado.

Macklemore feat Skylar Grey - Glorious


Bem na linha do que o Macklemore costuma fazer, para quem curtiu as musicas The Heist vai curtir essa também.


Jakko feat Diskover e Bodhi Jones - Only Got a Night


EDM genérico feito para comercial de agencia de viagem oferecendo pacote de ferias para o Spring Break em Cancun.

Arcade Fire - Creature Comfort


É com mais esse lançamento já se pode ter mais certeza que o Arcade Fire vem com uma sonoridade nova um pouco mais pop, mas que pra mim não perde nada em qualidade, acredito que quem gostou do disco mais novo do Paramore vai curti essa nova fase da banda.

Karol Conká - Lalá


O beat é meio chatinho, mas o flow da Karol e a letra salvam.

Imagine Dragons - Walking The Wire


Difícil de chegar até o final, só isso que posso dizer.

Big Boi & Troze - Chocolate


Eu gosto muito de grande parte dos trabalhos do Big Boi, mas essa musica aqui não caiu no meu gosto. As partes mais puxadas pro Rap tradicional até que são ok, o problema é o beat chatissimo indo em uma onda meio Techno.

Larissa Manoela - No Olhar


Que coisa mal produzida, parece aquelas musicas de programa infantil da Rede Vida, só que sem temática gospel. 

Thaide Feat Pump Killa - Só1Tiro!


Beat bem legal puxado pro Funk americano, letra também esta muito boa como é padrão nas musicas do Thaide. 

Royal Blood - Look Like You Know


Mais do que falar dessa musica já posso falar do disco todo novo do Duo Britânico. Bom o disco infelizmente esta longe da qualidade do primeiro, isso porque a banda tenta exatamente soar como no anterior, durante grandes parte das musicas você pode ouvir uma repetição de riffs e grooves que a banda ja tinha usado antes. O disco não é de todo mal, a dupla já não mostras todo o buzz do disco de estréia, mas ao menos ainda consegue divertir.

Thiaguinho - Ainda Bem


Faltou ousadia.

Faltou alegria.

Action Bronson - Let Me Breathe


Como já era de se esperar mais um bom trabalho do cara, incrível Bronson sempre acertando muito a mão.

Queen of the Stone Age - The Way You Used To Do


Sonzeira como é de se esperar da banda do Josh Homme, destaque também para o participação de Mark Ronson na produção que faz como de costume um trabalho excelente. O destaque a parte fica pelo Riff sensacional de Blues que se encontra na musica.

RPS Musical #08: 12/06/17


Salve meus caros, mais uma edição do RPS no ar. Essas semanas tiveram algumas coisas bem interessantes que valem a pena dar uma conferida, então aproveitem o Post. 

Katy Perry - Witness


Essa é uma musica bem ok, o começo mostra certo potencial indo em uma pegada meio Pop Alt, mas a continuidade da musica pouco impressiona. Sinceramente indo pelos singles lançados esse disco novo da Katy Perry não me desperta muito interesse.

Nego do Borel feat Maira e Maraisa - Esqueci Como Namora


Não gostei muito não, por ter o Nego do Borel esperava algo mais Funk Pancadão, mas ta mais pra uma pegada Funk Soft com um pé e meio no Pop.

Ibeyi - Away Away


Curti bastante, uma pegada meio Jazz Experimental bem diferente. Vale a pena dar uma chance.

Edu Chociay e Matheus & Kaun - Pote de Nutella


Deveria chamar pote de vergonha alheia essa musica.

Pharell Williams - Yellow Lights


Um som bem mais pesado que os lançamentos recentes do cantor, ótima musica os fãs da banda N.E.R.D. que o Pharell é um dos integrantes vão adorar essa.

Avenged Sevefold - Malagueña Salerosa


Olha se Avenged Sevefold ja não é uma banda tão palatável normalmente, tocando uma mistura bem estranha de Mariachi com Metal é mais difícil ainda.

Jorja Smith - Teenager Fantasy


Que voz dessa mulher, Neol Soul de primeira e deu pra sentir uma referencia boa de Amy Winehouse.

David Guetta feat Justin Bierber - 2U


É tão genérica que eu mal percebi que tinha começado, achei que era propagando do Spotify que tava rolando. 

Chuck Berry - Wonderful Woman


Pegada bem Blues Rock clássico, naquele estilo que o Chuck sabia fazer bem

Natiruts - Sol do Meu Amanhecer


Reggaezinho Lounge de inicio de festa, nada de mais no geral.

SZA feat Kendrick Lamar - Doves In The Wind


Ótimo dueto, musica excelente em todos os sentidos. Para quem curte um R&B com uma pegada mais Light essa musica aqui é altamente recomendável. 

Munhoz & Mariano - Alma de Peão


O instrumental da musica é bem bom, mas a dupla tem uma dificuldade tremenda de colocar as duas vozes no mesmo time e a letra é fraquíssima, ou seja a musica deixa bastante a desejar. 

Miley Cyrus - Inspired


Mais uma musica da Miley na pegada Folk, mas dessa vez a cantora vai para uma pegada mais tradicional que caiu bem melhor que o lançamento anterior. Longe de ser uma grande musica, mas o resultado final é uma musica bem aceitável.

Rise Against - The Violence


Olha depois de todas essas musicas lançadas, já da pra ver que o disco novo da banda vai ser bem divertido. Mais um bom som da banda.

DJ Khaled feat Drake - To the Max


O beat até que é bom, mas a participação do Drake deixa muito a desejar.

Sigalla e Ella Eyre - Come Hero for the Love


Do not come here for the music 

Sia - Free Me


Uma belíssima musica com um arranjo excelente, só errou na duração que é muito maior do que deveria o que acaba cansando um pouco.

Royal Blood - I Only Lie When I Love You


Gostei bem mais que a musica anterior lançado pela dupla, da pra sentir bem mais o peso característico dos caras. Se o disco for mais nessa levada, da para esperar algo bom.

RAY BLK - Doing Me


Neol Soul esta vindo com força, mais um bom som esse aqui com um pé no Rap também.

Lady Antebellum - Think About You


Bem chatinho, tem countrys bem melhores com uma pegada mais Pop como as musicas do Luke Bryan, Sam Hunt e da Miranda Lambert.

Lorde - Sober


O mesmo que comentei semana passada sobre a musica lançada pela Lorde se aplica mais uma vez. A musica é legal, mas praticamente idêntica as anteriores. .


O Amor e Existe - Eu Sushi e Você Pizza


Na duvida do que é pior o nome ou a musica. 

Jorda Rakei - Sorcess


R&B com uma pegada soft bem gostosinho de ouvir, grande destaque para as baterias dessa musicas que são um capitulo a parte. Vale a pena dar uma conferida.

Ice Cube - Good Cop Bad Cop


Rap bem na pegada Gangsta Rap ou seja Ice Cube fazendo o que sabe de melhor, excelente trabalho é até difícil acreditar que esse som é uma sobra de estúdio de um disco gravado a mais de 20 anos. 

Banco de Cérebros #64 - Os Brucutus de John Mctiernan


O diretor John McTiernan é a linha de frente de alguns dos maiores filmes de ação dos anos 80/90. Criador da série Predador e Duro de Matar, Mctiernan tem fez destes filmes sua marca registrada para o chamado Cinema de "Brucutos". E é ai que nos entramos! Para esse diretor pouco exaltado, o Banco de Cérebros trás uma edição toda especial sobre 4 de seus filmes: Predador (1987), Duro de Matar (1988), O Ultimo Grande Herói (1993) e Duro de Matar: A Vingança (1995). Comigo (Rafa Oliveira) y76, trago o especialista em filmes de ação do BDC, Vinicius Joker.



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RPS Musical #07: 05/06/17

Por Vinicius Joker


Olha ai mais uma edição do RPS na área, essa semana até que a playlist tava interessante, vários lançamentos minimamente interessantes. Então boa leitura a todos, divirtam-se.

Halsey - Bad at Love


Mais uma excelente musica lançada pela Halsey, agora ja com o disco todo lançado. Disco esse que vale a pena dar uma conferida porque ta do caralho, Pop Alt de primeira. 

Arcade Fire - Everything Now


Aquelas musicas bem "pra frentex meu" que o Arcade Fire costuma fazer, mas o instrumental em uma pegada meio disco dance é legal.

Anitta - Paradinha


Reggaeton bem genérico nada de mais, embora tenha bastante cara que vai virar hit.

RZO - As Armas que Matam


Fica até difícil falar algo dessa musica tudo bem feito, letra, beat, sample, flow tudo sensacional. Escute agora!

Tom Speight - The River


Folk bem legalzinho, bem melhor que maioria das musicas com levada folk que estavam na playlsit nas ultimas semanas.

Dani Russo - Batendo Palma


Afinação.... Faltou bastante.

Julia Michaels - Uh Huh


Um dos grandes méritos da Julia Michaels é ser uma cantora pop que sai do padrão imposto pelo Pop Mainstream, a cantora até parece estar indo em um caminho certo, mas ainda não acertou a mão. Esse novo lançamento até tinha potencial, mas pouco empolga durante o andamento, fica para uma próxima Julia.

Prophets of Rage - Unfuck The World


A formula é aquela que a banda ja vinha mostrando, instrumental na linha do Rage Against the Machine só que com uma abertura maior pro Rap. Nada muito surpreendente, mas é uma musica ao menos divertida. 

Major Lazer feat Anitta e Pablo Vittar - Sua Cara


Tudo que foi dito na musica da Anitta se aplica para essa.

Fifth Harmony feat Gucci Mane - Down


Musica bem sem personalidade como são a maioria das musicas do grupo e participação quase imperceptível do Gucci Mane.

MC Livinho - Novinha do Bundão


A letra não tem aquela malemolência característica do MC, mas o beat sempre diferenciado salva a musica.

Lorde - Perfect Places


Essa aqui não é ruim não, bem produzida só que é muito parecido com as ultimas coisas que a Lorde lançou.

Alok & Iro - Love is A Temple


Aquele EDM merda que o Alok nos proporciona sempre, beat mega batido e aquele refrão chiclete. Escola David Guetta de produção dando as caras.

Radiohead - I Promise


Ok não dava para esperar muito de um musica que é lançada como sobra de um disco lançado há 20 anos, mas a musica até que é bem legalzinha como conteúdo bônus ta bem aceitável.

Wesley Safadão - Ressaca de Saudade


Arrocha padrão se curti vai em frente, se não pode pular essa.

Run The Jewels - Panther Like a Panther


A verdade é que essa musica ja foi lançada a pelo menos 1 mes, mas por algum motivo ela foi parar na playlist de novidades do Spotifysó agora, mas como é Run The Jewels vale a pena comentar. A musica é excelente como todo que a dupla de Nova York encosta as mãos, rimas e beat tudo na medida.

Ana Gabriela - 3 Horas


Olha parece que leva realmente 3 horas para acabar essa musica.

Rise Against - Welcome To The Breakdown


Aquela formula padrão de fazer Pop Punk apresentada pelo o Rise Against, mas que ainda funciona muito bem. Mais um bom lançamento da banda.

Phoenix - Godbye Soleil


Olha ai um som bem legal, interessante esse som novo do Phoenix. Quem curte Daft Punk vai curti, porque é a mesma pegada só que mais Indie.

All Time Low - Good Times


Não vejo problema nenhum nessa nova fase mais Pop do All Time Low o problema é que a banda até agora não mostrou nada de interessante que fizesse valer essa nova fase, todos os sons parecem só com outras coisas que outras bandas de Pop Rock de mais nome já apresentaram. 

Liam Gallagher - Wall of Glass


O instrumental até embala bem, mas ainda é só mais uma porcaria feita por um dos irmãos Gallagher.

Lau e Eu - As paredes não choram


Acho que até as paredes vão chorar se ouvirem essa musica.

Jason Isbell and The 400 Unit - White Man's World


Sem duvida uma das melhores musicas da playlist da semana, excelente mescla do Country dos anos 60 com o Southern Rock dos anos 70. Também é preciso comentar sobre a letra dessa musica que vai em um posicionamento totalmente contrario do que se espera de uma musica country feita por um musico do sul dos EUA. Excelente trabalho do Jason Isbell, talvez tenha um novo Bruce Springsteen surgindo. 

Foo Fighters - Run


O começo é meio estranho, mas depois quando embala, se mostra uma musica divertida. A pegada Hardcore que a musica acaba tomando em seus momentos mais agitados, mostra os integrantes da banda voltando um pouco a suas origens e isso é bem legal. Bom lançamento dos caras do Foo Fighters.

CRÍTICA | Mulher Maravilha (2017)


Em 1978 o Super Homem (sim crianças! Antigamente ele era chamado assim) ganhou uma ótima adaptação para os cinemas, estrelada por Christopher Reeve e comandada por Richard Donner. Hoje podemos dizer que a Mulher Maravilha também teve seus valores honrados, em uma adaptação que acima de tudo respeita a personagem. E se esse filme pode não estar no status que Superman 1 está para as adaptações em quadrinhos, com certeza é a linha de frente no ranking de qualidade do recente Universo DC nos cinemas.

Tudo porque o heroísmo é acima de tudo o principal tema desenvolvido pelo filme e junto com ele o descobrimento de Diana sobre ser uma heroína. Os que criticaram Homem de Aço (2013) e Batman V Superman (2016) pela falta de preocupação com isso, já não podem dizer o mesmo sobre esse exemplar. A moral da personagem não só está presente, como também é muito bem desenvolvida, principalmente pela ambientação da Primeira Guerra, periodo em que o filme se passa.


A Guerra não serve apenas como palco das cenas de ação (muito bem conduzidas por Patty Jenkins). Ela influencia diretamente nas decisões da personagem. A posição do ser humano nesse cenário, vista pelos olhos de Diana, é a maior conflito que ela poderia enfrentar, afinal, bondade e maldade não são apenas influencia de uma entidade maior, mas sim de decisões de cada. E a velha Londres daquele período, junto com a triste condição das vitimas da guerra, não poderiam ser elementos melhores para por uma figura heroica a prova. 

Gal Gadot torna Diana uma figura carismática e tem uma ótima química com Chris Pine, que interpreta Steve Trevor. Trevor serve muito bem tanto como interesse romântico quanto em ser o elo de ligação de Diana com a sociedade. Os dois se completam, não romanticamente, mas como pessoas. Ela tem a coragem para batalha e ele o otimismo pelo certo. Os vilões já não tem o mesmo cuidado, mas felizmente o roteiro representa bem a influencia deles como ameaça.


Talvez o terceiro ato do filme careça um pouco em manter esses elementos dos dois primeiros, mas longe de ignora-los. (o susto maior foi quando temos uma cena envolvendo a falta da espada com Diana, um erro de continuidade absurdo que me fez lembrar muito de BvS). Com poucas referencias aos ocorridos em BvS, a Liga da Justiça ou cena pós creditos, Mulher Maravilha entrega muito mais do que fica devendo. Só faltou o “Hera, me de forças”. Fora isso, tudo sobre controle. Mantenha-se assim Warner/DC!

Tropa de Elite (2007): os 10 anos e os ecos de sua sequencia.


Tropa de Elite (2007) é sem duvida um dos maiores exemplares do cinema brasileiro, e completa 10 anos. Na época o filme foi alvo de duras criticas pela forma que representava a violência repressiva contra traficantes, desferidas pelo grupo do capitão do Bope, Roberto Nascimento (Wagner Moura). Mas a verdade é que tanto ele, quanto sua sequencia, vão muito mais que os bordões que caíram no gosto do publico, sendo os dois filmes quase que um reflexo um do outro.


O personagem Nascimento é um exemplo disso. O que mais nele conquistou o publico foi sua natureza incorruptível. Seus métodos, questionáveis por muitos, foram aplaudidos pelos demais (aplaudidos literalmente no segundo filme). Isso se deve muito pela narração em off, presente nos dois, que nos permite entender as certezas e questionamentos do personagem, que em cena, pode estar cometendo atos de violência terríveis, mas que são justificados na narração.

Mas não se engane, pois nelas Nascimento admite seus “desvios de caráter” para chegar aos objetivos, como quando o personagem Neto (Caio Junqueira) é morto e Mathias (André Ramiro) busca vingança. “A morte do Neto foi uma tragédia pro Mathias. Eles eram amigos de infância. E eu percebi que podia usar aquele sentimento. Eu ainda tinha minha missão a cumprir”. Apesar de ser para beneficio próprio, está longe de ser por ganancia. A relação abalada de nascimento com a famlia é um peso pro personagem, e em ambos os filmes um dos principais objetivos dele é reparar isso.


Alias, em Tropa 1 o Bope é representado com postura imponente, assim como Nascimento. Não é atoa que o publico os tomou como “heróis”, habilidosos, muitas vezes fazendo papeis de juízes na favela. Já em Tropa 2, apesar de maior, o Bope já não é mais a solução para todas as corrupções da história, e Nascimento já demonstra-se cansado de lutar sem resultado. Afinal, o personagem está mais velho, e Moura representa isso com andar mais curvo e fala mais abalada.

Já falando sobre os contrapontos de um filme a outro, não podemos esquecer dos “inimigos” do filme. O titulo dado ao segundo “O Inimigo agora é outro” mostra que o filme surge como uma resposta ao primeiro. A continuação amplia as discussões sobre o que é o sistema ser “foda” como diz Nascimento, e isso é representado no visual, que no primeiro tem fotografia escura, sombria (“a nossa farda não é azul parceiro, é preta) e no segundo é muito mais clara, que sugere uma exposição das verdades da corrupção, que vão além de um simples jogo de milicianos.


E se no enterro do Neto no primeiro filme a bandeira do Brasil sobre o caixão é coberta por Nascimento com a do Bope, no segundo temos o oposto, só que no caixão do Mathias. Essa rima visual talvez seja a maior representação do reflexo que um filme é para o outro. E sem esquecer: José Padilha merece muitos créditos a isso. As datas das histórias são 1997 e 2010 respectivamente, mas os temas tradados continuam muito atuais.

Sendo assim, o aniversariante Tropa de Elite 1 e sua sequencia permaneceram, como já dito, na história do cinema do nosso pais. E disso, não resta duvidas, parceiro!

RPS Musical #06: 29/05/17


Olha chegando mais uma edição do RPS, quero deixar bem claro antes de começar o post que eu não sou um cara mega critico, mas essa semana tava difícil de verdade, cheio de porcarias na playlist apresentada pelo Spotify. Então é isso aproveitem o post, e torcemos por semanas melhores. 


Camila Cabello - I Have Questions


Nada de especial para se destacar nessa musica, não tem nada de diferente que poderia surpreender e nem soa com um possível grande hit pop.

Noah Cyrus - I'm Stuck


Não to entendendo porque ta aparecendo tanta musica de Pop Folk extremamente genéricas, essa aqui é só mais um exemplo.

Emicida, Capicua, Rael e Valete - Língua Franca


É essa aqui no geral não é ruim, a letra é legal e tal. Mas não sei tem algo nela que não me agradou tanto, talvez tenha sido o beat.

The Amazons - Raindrops


Rock Alternativo bem legalzinho, na linha de outros artistas do gênero que tão fazendo nome atualmente.

Martin Garix feat Troye Sivan - The For You


Aquele EDM genericasso que o Martin Garrix proporciona sempre.

Bruno Boncini - Acima do Sol


Primeira musica do ex-vocalista do Malta depois que ele saiu da banda e basicamente é a mesma merda. TERRIVEL.

Dave - 100M's


Excelente lançamento musica bem legal o Flow do Dave ta ótimo e o beat puxado para um EDM combinou bem.

Rita Ora - Your Song


Popzera bem genérica, talvez vire hit Pop em breve, mas se não virar não fará a mínima diferença.

Naira Azevedo feat Gusttavo Lima - Vira a Faixa Cidadão


Questionei minha existência varias vezes enquanto ouvia essa musica.

Nick Jonas feat Anne-Marie e Mike Posner - Remember I Told You


Musica bem descartável, o tipo de musica que parece ter sido produzida pelo Timbaland em 2006.

Mallu Magalhães - Navegador


Bem ruinzinha, MPB moderninho com aquelas letras bem sem sentido.

Larissa Manoela - Boy Chiclete


Lembra bastante coisas da Kelly Key e da Perla, único problema é que estamos na porra de 2017.

NX Zero - Sintonia


Olha se o NX continuar nessa linha logo eles vão fazer sertanejo. Pode pular.

Lil Yachty feat Diplo - Forever YOung


Rap Trap mais beat de EDM genérico mais muito autotune ou seja bem horrível de ouvir.

BRAZA - Ande


Reggae bem na medida, mais um bom trabalho dos caras do BRAZA.

MC Gui - Se Eu te Pego


Funk Soft não dá, pai.

Pedro Paulo e Alex - Me Chama


A sensação de estar ouvindo um pervertido cantando é muito real.

James Vincent McMorrow - National


Indo em uma linha bem próxima do John Legend, gostei bastante desse som. Grata surpresa da semana.

Halsey feat Lauren Jauregui - Stangers


Sem duvida uma das melhores musicas ja gravadas pela cantora, excelente composição. Ótima letra e um arranjo cheio de sintetizadores para arrancar lagrimam do Daft Punk. Depois dessa musica não tem como não ficar ansioso pelo novo disco da Halsey.

Piratas do Caribe: A Maldição do Perola Negra (2003) REVISITADO!


O que Guardiões da Galaxia é hoje pode ser equiparado ao que Piratas do Caribe um dia foi. Ambos tem personagens cativantes e assumem o humor como elemento fundamental. A Franquia protagonizada por Jack Sparrow (Johnny Depp) talvez não teve tanta sorte em manter a qualidade em suas sequencias quanto Guardiões, mas trouxe o universo fantástico (e aqui bem fantasioso) dos piratas de volta ao cinema com grande estilo. 


O Próprio Sparrow pode ser usado como um grande exemplo disso. Depp criou um personagem que se tornou o rosto da franquia, mesmo não sendo o personagem central. Levando em consideração os acontecimentos do enredo, Will (Orlando Bloom) e Elizabeth (Keira Knightley) até podem ser os novatos da história, mas tem grande importância nela (Will, filho de Bill Turner e Elizabeth, que faz com que ele vá para aventura ao seu resgate). Jack está ali apenas como ligação entre os acontecimentos, e sua personalidade ganha destaque.

Certa vez Stanley Kubrick disse que ao adaptar do livro de Dr. Fantastico, percebeu que jamais poderia contar a história de maneira séria, pois de tão absurda o publico não a aceitaria, a não ser que assumisse escrachada. O roteiro de A Maldição do Perola Negra é o mesmo caso. Se o tom fosse contrário ao humor, poderia ser tão convincente quando a série de filmes de Resident Evil. Mas ele vai além disso: entende que mesmo tendo que rir de si, ainda precisava ser crível. É ai que o visual sombrio do navio Perola Negra impressiona pelos tons fúnebres e as mortes ao longo do tipo não são nada glamourizadas (já não podemos dizer o mesmo dos personagens imortais, claro)


Nada disso seria possível sem o maravilhoso trabalho de direção artística e figurino. Apesar de toda a fantasia da história, todo a reprodução da época mantem toda verosímil, e nisso o cenário e design, principalmente dos navios, foi importantíssimo. Só espero que não soe covardia de minha parte falar sobre os efeitos visuais do filme, ótimos na época, mas que hoje já não impressionam. 

Em contrapartida, são utilizados de maneira contida (o que já não podemos dizer das continuações) e como exemplo, a cena em que a tripulação é relevada em sua forma fantasma ainda merece reconhecimento. Sem contar que é acompanhada pela ótima trilha de Klaus Badelt e Hans Zimmer (Zimmer que assume totalmente a trilha no segundo filme, minha preferida inclusive).


Triste ver como suas qualidades foram esquecidas com o tempo. A reputação de Depp hoje em dia nada ajuda para a sobrevivência da franquia e a verdade é que sua formula já está á muito tempo esgotada. Felizmente, seus personagens cativantes e seu universo muito bem ambientado continuam divertindo quando revisitados. Que justiça seja feita e que seus méritos não seja esquecidos.


O Exterminador do Futuro - A Salvação (2009) é dos males, o menor!


Desde o êxito alcançado em Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final em 1991, Hollywood tem tentado extrair um pouco mais do universo criado por James Cameron, em inúmeras sequencias que não chegam nem próximos ao que um dia a franquia foi. Foram 3 filmes lançados desde então, e como o próprio titulo do artigo sugere, de todos o que menos denegriu o trabalho de Cameron foi um filme que, pasmem, foi dirigido pelo diretor McG (nunca estendi as siglas) e roteirizado pelos responsáveis por Mulher Gato (2004). O Filme: Exterminador do Futuro – A Salvação (2009)


Longe de ser a salvação da franquia, esse filme tem como maior qualidade ser uma grata surpresa na filmografia dos citados roteiristas e diretor. McG foi a principal mente por trás dos dois filmes de As Panteras e John D. Brancato e Michael Ferris já haviam sido responsáveis pelo terceiro filme (lançado em 2003), que nada mais fazia do que deturpar os dois originais. Aqui, receberam cartão verde novamente (vai entender os estúdios...), agora partindo para outro ponto da história: O Futuro.

O Longa não cansa de fazer referencia aos filmes anteriores. Algumas funcionam muito bem quando sutis . O maior exemplo é Marcus Wright: Ele desperta no futuro, nu como um viajando da maquina do tempo. A primeira coisa que ele faz é roubar a roupa de alguém e quando está a lutar com um dos saqueadores para proteger Blair, é acertado no rosto e o plano que McG usa para mostra-lo virando o rosto é exatamente como schwarzenegger nos filmes anteriores. Alias, a pouca expressão de Sam Worthington caiu como uma luva para o androide Wright.


Agora, as referencias diretas são o maior problema. “Eu voltarei” dita por Christian Bale no filme soa nada natural e muito menos quando ouvimos um trecho de You Could Be Mine do Guns N Roses, que nada mais que são muletas para ligações com os filmes anteriores, estas que não agregam em nada. E o maior problema disso são as exposições que o filme sofre, principalmente nos diálogos, que muitas vezes traduzem coisas que acabamos de ver e já entender. 

Por incrível que pareça, Christian Bale (talvez o maior astro do filme) deixa muito a desejar. Seu carisma natural é o que nos mantem interessados por seu John Connor, mas sua insegurança vai além da do personagem. Seria um desconforto pela direção de McG? Impossivel não lembrar do episódio bizarro que ele protagonizou no set, surtando contra o diretor de fotografia. Frieza deveria ser papel de Sam Worthington, o robô do filme, não acha?


Ainda que problemático, a direção de McG é contida e justa, longe de seus exageros como mostrado em As Panteras (ressalto o plano longo em que John Connor cai em seu helicóptero). O Falecido Anton Yelchin oferece a seu Kyle Reese um carisma que nos faz gostar mais de sua versão do que a original de Michael Biehn (que nunca foi lá um grande ator, mas enfim...). 

Acima de tudo, apesar de pouco contribuir para o universo de Terminator, ao menos não denigre o que já havia sido estabelecido nos de Cameron. Por fim, eu não poderia ter escolhido título melhor para esse artigo. Até porque, em comparação ao terceiro filme e Terminator Genisys (que é sem duvida o pior já lançado), é o mais aceitável. Se é que isso é parâmetro...

BOMBA! Liga da Justiça: Sai Zack Snyder e assume Joss Whedon de Os Vingadores


Devido ao suicidio de sua filha no ultimo mes de março, Zack Snyder resolveu deixar a direção do filme Liga da Justiça para ficar com sua familia. Agora, a escolha para substituição foi bem inusitada: Josh Whedon, responsável pelos filmes primeiros filmes de Os Vingadores da Marvel Studios. O Próprio Snyder revelou isso ao Hollywood Reporter

Whedon já está envolvido com a Warner na produção do filme da Batgirl. Apesar do filme da Liga já estar 80% finalizado, já havia sido noticiado que ele passaria por refilmagens, fora o processo de edição e montagem final. Agora as refilmagens e finalização estarão aos cuidados de Whedon, que pode resolver muitos dos problemas vistos em Batman V Superman.

Acima de tudo, que neste momento de dificuldades Snyder fique melhor ao lado de sua familia. O Diretor disse que ficará o resto do ano aos cuidados dela, sem previsão de retornar a direção. Lembrando que mesmo depois da noticia da morte da filha em março, Snyder ainda ficou quase 3 meses na produção da Liga. Força Snyder!

Avatar (2009): O filme sobreviveu ao tempo?


Oito anos se passaram desde o lançamento de Avatar (2009), ultimo filme lançado de James Cameron (também responsável por Exterminador 1 e 2 e Titanic), e com certeza muita coisa mudou. O Filme foi uma revolução em efeitos visuais e na utilização do 3D, visto que o diretor ficou mais de 15 anos na pré-produção do filme, desenvolvendo ideias e buscando recursos. O Resultado foi alcançado, e não atoa o filme é a maior bilheteria da história do cinema. Mas ele sobreviveu ao tempo?

Me espanta perceber que muitos rejeitam o filme hoje em dia. A história do rapaz que se apaixona por uma nativa e muda seus princípios já foi vista diversas vezes, mas o foco não é só esse. Se em Titanic Cameron focava-se no romance, aqui o universo do planeta Pandora é o verdadeiro personagem principal. Durante muito tempo, o personagem Jake Sully tem a missão de aprender sobre aquele planeta e sobre a ligação que existe entre todos os servem que ali habita. Nisso, somos levados a uma explosão efeitos visuais, que apesar de algumas ressalvas, ainda sobrevive ao tempo.


A medida que nos encontramos acompanhando a jornada de Jake em Pandora, é um choque a cada vez de retornamos para o ambiente dos humanos. A explosão visual é tão poderosa que serve também para entrarmos na percepção do personagem, que sempre que retorna a seu corpo humano, sente a perda da liberdade que ganhou. Aqui os efeitos trabalham em função da história e ressalta o remoso que Jake passa a sentir em ter que trair os nativos. Sam Worthington com certeza não é um ótimo exemplo de bom ator, mas é levado pelo ritmo do filme (sem contar que grande parte do filme ele está sobre efeitos...mas enfim).

Curioso é ver Stephen Lang como Coronel Quaritch, que em um filme típico de brucutus de ação seria a figura escrachada e heroica que aplaudiríamos, aqui surge como um vilão impiedoso. Suas frases de efeito soam tão absurdas e preconceituosas quanto as que possivelmente os português falavam sobre os índios aqui das terras tupiniquins. Alias, o filme todo tem inspiração na colonização do Brasil, nos movimentos hipies dos anos 60 (e em Dança com Lobos com Smurfs, segundo o South Park)


Interessante ver também alguns ecos da filmografia de Cameron como diretor. O robô utilizado pelo Coronel Quaritch na sequencia final, saiu de Aliens – O Resgate (1986). E falando nas qualidades de Cameron, cenas de ação nas mãos dele são absurdas, pois nunca ficamos sem entender o que se passa (revejam Exterminador 2 e Aliens). Fica claro que a intenção dele é sempre criar um espetáculo aos espectadores. Não é atoa que o clímax é grandioso e com cenas angustiantes.


Talvez a mensagem humanitária e ecológica do filme soe muito pretenciosa para a maioria, por isso o filme tenha sido rejeitado com o tempo. Mas considerando suas qualidades visuais e narrativas, como cinema, Avatar colabora nisso. E nesse espetáculo que James Cameron sabe criar muito bem, ele merece aplausos. Ou pelo menos a benção da deusa Eywa.

RPS Musical #05: 20/05/17


Opa  meus queridos começando mais uma edição do RPS. Essa semana não teve nenhum grande lançamento, apesar de algumas musicas boas as maiorias dos lançamentos foram bem medianos. Então aproveitem  o post!

Iggy Azalea Feat. Anitta - Switch


É uma musica bem da genérica, não tem cara que vai ser um grande hit ou algo próximo disso bem na linha dos recentes lançamentos da Iggy Azalea musicas genéricas sem nenhum apelo. E a participação da Anitta só vale ser destacado por ela ser uma cantora do nosso Brasilzão, porque o que ela faz nessa musica poderia ser feito por literalmente qualquer outra cantora.

Royal Blood - Hook, Line e Sinker


Gostei bem mais que a anterior lançada pelada dupla, rock alternativo pra quem curte uma pegada mais sujona.

Bruno e Barreto - Cópia Mal Feita


Falta de dicção, nada mais a comentar.

MV Bill e MC Cidinho - Cidade do Pecado  


Excelente musica, letra foda e o beat encaixou perfeito na musica. Por Favor, mais raps com letras pesadas + beat de Funk.

Camila Cabello - Crying in The Club


Uma mistura de Rihanna e Sia que ficou bem fraco, pop genérico pode passar.


Matheus Torreão - Adeus Meu Rock'n'Roll


Rockzinho retro bem divertido.


Katy Perry Feat Nicki Minaj - Swish Swish


Se a musica anterior lançada pela Katy Perry apesar de ruim ainda tinha elementos que salvava, essa aqui é totalmente dispensável. Musica fraquíssima, com aquele beat de EDM genérico padrão Timbaland em 2006.

Marcos e Belutti - Pula a Cerca


Eu elogiei a umas semanas uma musica da dupla, mas essa semana não vai dar pra repetir os elogios. Porque essa musica nova é só um daquelas sertanejos universitários bem passáveis.
Rancid - Telegraph Avenue

Aquele Punk Rock padrão do Rancid, mas bem bom de ouvir.


Mallu Magalhães - Voce Não Presta


Mallu Magalães melhorou muito da época que ela ganhou destaque na mídia, mas eu ainda acho bem chato o som que ela faz, mas imagino que essa musica aqui vai agradar os fãs de um MPB  moderno.
Tati Zaqui - Placa no Chão

Ótima pra ouvir enquanto você repensa os erros da vida, a musica é um progressivo da ruindade, cada segundo ela vai piorando.

Xxxtentacion - Looking For a Star


Esse é um daqueles traps bem fracos, cheio de autotune e com um beat randomico.
Ana Gabriela - Frase Certa

A frase pode até estar certa, mas o Close ta errado.

Linkin Park - Talking to My Self


Um aviso pro Linkin Park, Fall Out Boy só tem um chapas. Esse Rip-off de vocês ai fracassou.
Bebe Rexha Feat Lil Wayne - The Way I Are

Mais uma musica ruim da Bebe Rexha, segue o jogo.


The Aces - Baby Who


Musica bem dançante, na linha do HAIM banda que eu comentei em edições anteriores. Vale a pena dar uma conferida.

Robin Schulz feat James Blunt - OK


Eu achava que não tinha como o James Blunt piorar suas musicas, ai ele lança uma musica com elementos de EDM na pegada Avicii. Deus do céu.

Wavves - No Shade


Musica sujona, pra quem curte um Punk Rock com pegada.

Inquérito feat Tulipa Ruiz - Lição de Casa


O beat é meio padrão, mas a letra é muito boa, vale a pena dar uma conferida.

Muse - Dig Down


Eu até gostei dessa, mas esperava bem mais principalmente porque o instrumental dessa musica é bem inferior ao que os caras do Muse costumam apresentar.

Liam Payne feat Quavo - Strip That Down


Olha ai mais um integrante do One Direction começando a carreira solo, alguém só tem que avisar ele que essa musica que ele fez saiu uns 17 anos atrasado, porque essa pegada meio Shaggy não funciona mais.

Grizzly Bear - Mourning Sound


É da pra ouvir, mas é um Indie Rock bem genérico.

GOG - Control S dor


Fica difícil expressar em poucas palavras a qualidade dessa musica, recomendo reouvir ela varias vezes porque é uma puta letra complexa de entender.


Papa Roach - Bleeding Through


Papa Roach sempre é uma porcaria, mas eu eventualmente acabo gostando de algumas musicas deles e foi o caso dessa, não sei explicar o que me agradou nela, mas sei que gostei. Embora você leitor com bom senso provavelmente vai odiar.


Selena Gomez - Bad Liar


É bem melhor que a maioria das coisas que a Selena já lançou, mas não é nem de longe o tipo de coisa que me agrada embora também longe de incomodar é o tipo de Pop Soft que vai agradar bastante gente.