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RPS Musical #01: 21/04/17

Por Vinicius Joker


Fala meus queridos, estou começando esse quadro novo aqui no BDC plagiado inspirado de alguns sites gringos que fazem mini reviews de lançamentos musicais da semana. Então eu peguei a playlist de lançamentos liberado pelo spotify na ultima sexta e fiz essas mini reviews a partir das minhas opiniões. Se delissem com meu post!

Shawn Mendes - There's Nothing Holding' Me Back


Tem um riff de guitarra legal e tal, mas nada de mais no geral. Ao menos não é mais uma musica de sofrencia do Shawn Mendes.

Paramore - Hard Times


É uma musica bem ok, letra legal, instrumental divertidinho, na linha do disco anterior do Paramore.

Manu Gavassi - Perigo


Música bem esquecível, pareceu com uma copia mais soft dos trabalhos recentes da Anitta.

Fernando e Sorocaba - Luzes de São Paulo


Letra com 0 de sentido e refrão insuportavelmente chato. Foi o tempo do Fernando e Sorocaba.

RZO, Criolo e Negra Li - Destinos


Não gostei tanto do refrão cantado pela Negra Li, mas no geral é um RAP legal. O beat é do caralho.

Anavitória, Matheus e Kauan - Fica


Essa música é tipo o desafio da Baleia Azul.

Lana Del Rey feat. The Weeknd - Lust for Life


Para quem curte Lana Del Rey é um prato cheio, mas eu sinceramente passo.

Maluma - Felices los 4


Curte Reggaeton? Então vai fundo essa é pra você.

Naldo Benny - Embaçar o Vidro 


Curte Reggaeton? Então passa bem longe dessa aqui.

MØ - Nights With You


Não gostei, mas essa ai vai tocar muito porque é bem hitzera.

U2 - Red Hill Minning Town


É bem melhor que grande parte das coisas que o U2 lançou nos últimos tempos, mas U2 não desce no meu gosto musical de merda.

Dua Lipa feat Miguel - Lost In Your Light


A música se perde um pouco no andamento, mas no geral é uma boa musica, beat legal e os dois cantores casaram bem nos momentos que cantam junto.

Charlie Puth - Attention


Puth não é dos meus cantores POP's favoritos, mas o cara mandou bem nessa música. Linha foda de baixo!

Tiago Iorc - Tempo Perdido


Tiago Iorc fazendo cover de Legião Urbana. É isso ai fica a intepretação de vocês se esses dois elementos junto é ruim ou bom. 

Sofia Oliveira - Seu Abraço


Juro que tentei entender essa musica, mas não deu. Tudo nela é estranha letra, refrão, instrumental.

Pontifexx feat Gustavo Bertoni - Out There


Parece muito com as musicas do Calvin Harris, só que com um refrão bem menos chiclete e um beat bem menos marcante.

Damian Marley e Stephen Marley - Medication


Gostei, Reggaezeira bem divertida.

CPM22 - Todos por 1


Eu curto pacas CPM22, mas essa aqui não passou. Letra chata, refrão pouco convincente e instrumental meio caído. E ainda estou tentando entender parte da letra do Hino Nacional no meio da musica.

Rancore - Yoga Stress e Cafeína


Não entendi exatamente porque essa musica está na playlist, ela foi lançada a uns bons anos já, mas já que ela está ai eu resolvi citar aqui, porque ela é tudo que eu esperava da musica nova do CPM22. Instrumental com pegada, letra forte. Hardcore Melódico de primeira.

Papa Roach - American Dream


Meu deus o que aconteceu com Papa Roach, essa musica nova parece uma musica da Kesha com instrumental genérico de New Metal. Fujam dessa musica.

Rise Against - The Violence


Longe de ser uma das melhores musicas do Rise Against, mas é um Pop Punk bem divertido.

Thaíde – Stilo 


Em respeito ao Thaide vou fingir que essa musica não existe.

Hurts - Beautiful Ones


Igual qualquer musica do One Republic e tão ruim quanto.

A Lot Like Birds - The Sounds of Us


Musica bem abaixo do nível normal de musicas da banda, ela melhora bem na segunda metade, mas ainda é bem inferior a outros trabalhos anteriores. Pareceu-me com o tipo de musica feito pra atrair publico de fora, estratégia comum entre bandas de mathcore com uma vertente mais POP.

The Plague - Danger


Uma bosta, uma mistura toscassa de New Metal, com Rock Alternativo e com uns elementos bem porcos de musica eletrônica.

The Raveonettes - This World is Empty


Não foi das coisas que mais me agradou na semana, mas não chega a ser ruim. É uma mistura de Indie Rock com Dream Pop, recomendável pra quem curte Sonic Youth. 

Rev. Sekou - Loving You is Killing Me


Ótima musica, Blues de primeira. Instrumental e vocal na medida.

Bruno e Marrone - Duele Más


Bruno e Marrone tocando Reggaeton, não têm como ser mais estranho que isso.

Lady Gaga - The Cure


Musica nova da Gaga que ela estreou durante a apresentação no Coachella. É bem diferente dos últimos trabalhos dela, um Pop bem na pegada de alguns artistas que estão estourando no momento. Sinceramente eu não gostei muito, não chega ser ruim porque é Gaga, mas a letra e o beat Tropical House padrão ficou muito com cara de The Chainsmokers.

CRÍTICA | Velozes e Furiosos 8



Com a estréia de Velozes e Furiosos 8, não poderíamos deixar de dar o nosso relato sobre o filme. Antes, aos que querem ficar longe de Spoilers, um pequeno relato:

Assistir a Velozes e Furiosos 8 não foi nada diferente do que estávamos acostumados a ver. O que tranquiliza é que os absurdos do filme, por mais que sejam muitos, são justificados. Sabe o que de bom a franquia sabe entregar? Está tudo lá! Justin lin (diretor dbe Desafio em Tokyo até o sexto filme) finalmente teve um sucessor a altura. E por mais que já não podemos considerar que a franquia é o que foi mostrado no primeiro filme, esse novo estilo entrega bem o gênero "ação pastelão" (termo que criei agora kk).

Agora o vídeo!

COM SPOILERS e comigo (Rafa), Zorzin e Leo Neves


13 Coisas para se falar sobre 13 Reasons Why.

Por David Zorzin


A nova série da Netflix fez muito sucesso e se tornou um dos assuntos mais comentados pelas redes sociais no último mês. 13 Reasons Why gera muita discusão, seja sobre os temas tratados (suicídio, bullyng, adolescentes babacas) ou sobre a serie em si (roteiro, história, atuação, final). Por isso separei 13 coisas (originalidade) para se falar sobre 13 RW. 

01 – Resumo


Se você não assistiu a serie aqui vai um breve resumo. Hanna (a protagonista) se matou, a escola está comovida, seus pais não fazem a menor ideia do motivo do suicídio, Clay (o protagonista), apaixonado por Hanna, ainda está sofrente, a história começando quando o garoto encontra na frente de sua casa uma caixa com fitas, ao começar a ouvir ele reconhece a voz de Hanna, então a garota da algumas instruções simples:

“Se você está ouvindo essa fita você foi um dos motivos pelo qual eu me matei”

“Ouça as fitas até o final ou alguém de minha confiança divulgará o conteúdo dela a todos” 

“Quando você terminar passe as fitas para o próximo da lista”

E assim começa a saga de Clay, contra tudo e contra todos, descobrindo coisas que seus amigos fizeram com sua amada Hanna e tendo uma crise existencial para decidir o que fazer agora que ele sabe os motivos que a levaram ao suicídio.

02 – Suicídio


A história gira em torno do suicídio da protagonista e deixando toda a “ficção” de lado, é sempre importante tratar de temas desse tipo e de alguma forma ajudar pessoas que possam estar sofrendo com esse transtorno, a mídia agiu muito bem para que a serie pareça uma forma de auxílio a outros adolescentes, mas na verdade essa “ajuda” veio muito mais da mídia já que a serie em si não parece ajudar ninguém a sair dessa situação e sim a colocar um fim nela.



03 – Bullyng


Outro dos temas principais da serie, os pais de Hanna tentam a todo custo provar que a garota sofria algum tipo de bullyng na escola, agora, pelas críticas que vi e também por alguns comentários, me parece que ninguém nunca estudou, porque francamente, o bullyng precisa ser investigado? Não é meio óbvio que toda escola tenha meia dúzia de babacas que faz da vida de muitos alunos um inferno? A história mostra como se fosse algo surpreendente descobrir que existe ofensas, calúnias e difamações no meio escolar.

04 – Esteriótipos


Os esteriótipos marcam presença na série, o garoto rico que age como um filho da puta já que os pais o protegem, o cara que zoa todo mundo porque os pais são filhos da puta com ele, os intelectuais arrogantes que só pensam em si próprios, os psicopatas, as garotas falsas que só pensam em garotos, tudo isso aparece na série, então se você é fã de esteriótipos, aproveite.

05 – Porque a serie é tão boa?


Duas características fazem a serie ser tão boa:

A curiosidade que ela cria, deixando claro no primeiro episódio que para entender a história você tem que assistir até o final, além disso cada episódio revela a história de um personagem diferente e o que ele fez com a Hanna, isso faz com que todo episódio tenha seus momentos marcantes e seja importante pra serie.


O ótimo ritmo criado pela alterações entre as cenas que acontecem em tempo real e os eventos do passado. A serie transita entre a história contada pela Hanna nas fitas e o que o Clay está vivendo no presente. Isso faz a serie ser dinamica, quando você começa a enjoar dos acontecimentos atuais, aparecem as cenas do passado e vice-versa.


06 – Pontos a serem melhorados


O principal ponto a ser melhorado é o final, mas sobre isso vou falar no último item, além disso acho um pouco longo os episódios, apesar de ser um ritmo muito bom, o que é mostrado em 55 minutos poderiam reduzir para 35. Também acho um pouco forçado alguns pontos, como TUDO acontece com a garota, parece uma praga, o item 10 que eu descrevo mais abaixo também é algo que poderia ser mudado. 

07 – Clay é um babaca


Sim, esse cara é muito babaca, primeiro por demorar tanto pra ouvir as fitas, segundo por nunca ter tido coragem de se declarar a Hanna (e talvez salvar sua vida) e por fim, por nunca ter feito nada para ajudá-la, em diversos momentos da serie ele vê seus amigos ofenderem, humilharem e difamarem a garota e ele não faz absolutamente nada. Então realmente, Clay você é um babaca. 




08 – Hanna teve motivos pra se matar?


A pergunta é irônica, se você não assistiu a serie, tudo que pode acontecer de ruim pra uma pessoa aconteceu com ela, numa ordem cronológica:

- Espalharam uma foto dela onde aparecia sua calcinha
- Ganhou fama de vadia
- Perdeu a melhor amiga porque ela achou que a Hanna gostava do seu namorado
- Foi eleita a melhor bunda da escola e com isso vários garotos tentavam agarrá-la
- Espalharam outra foto dela beijando uma garota
- Espalharam um boato que ela era lésbica e curtia um sexo a três
- Foi chamada pra um encontro em que o cara tentou agarrá-la na frente de todo mundo
- Teve um poema secreto revelado pra todos onde ela contava suas intimidades

Até ai tudo bem, agora começa a ficar bom

- Foi cumplice de um acidente de carro que culminou na morte de um de seus amigos
- Viu sua antiga melhor amiga ser extuprada
- Estragou tudo quando FINALMENTE conseguiu ficar com o Clay
- Perdeu uma quantia alta em dinheiro dos seus pais
- Viu seus pais começarem a brigar diaramente
- Foi estuprada
- Quando tentou pedir ajuda ao conselheiro da escola ele não deu atenção

Isso responde a pergunta?

09 – Cenas fortes

Outra discussão sobre a serie é que ela mostra cenas consideradas fortes, como os dois extupros e o ato do suicídio. Houve muita crítica por serem cenas que possam não só incentivar como até “ensinar” alguém a fazer isso.

10 – Forçaram a barra na hora de mostrar a maldadade dos adolescentes

Que tem aluno filho da puta em toda escola eu não tenho dúvidas, mas que são tão babacas assim, não tem como. É um tanto forçado o quanto os personagens secundários da história são ruins, nenhum deles se mostrou sensibilizado com a morte da Hanna e só pensavam em se proteger, o ápice da forçação de barra foi o fato de todos conviverem tranquilamente com um cara que tinha estuprado duas garotas diferentes (uma delas foi a Hanna), sinceramente, é difícil acreditar que todos os jovens envolvidos na história seriam indiferentes a esse acontecimento.



11 – Hanna realmente mentiu em algumas horas?


Quando Clay começa a ouvir as fitas ele descobre o que seus amigos fizeram a Hanna, e sempre que tentava confronta-los a resposta foi a mesma “A Hanna está mentindo”, eu não acreditava muito nisso, até que em uma das fitas, a garota diz que o Zach havia jogado fora um bilhete deixado a ele e depois o garoto mostra que na verdade guardou o bilhete durante todo o tempo, isso cria a dúvida se realmente a protagonista não possa ter inventado ou até mudado alguma parte da história.

12 – Teremos uma continuação?


Da forma que acabou a história é difícil ter uma continuação NESSE enredo, pode haver uma nova história com novos personagens em outro ambiente. Algumas teorias malucas tentam inventar formas da Hanna na verdade estar viva. Acho pouco provável. Também dizem em voltar com a serie para mostrar o desfecho dos personagens, mas isso é conteúdo pra um novo episódio e não uma nova temporada.




13 – Que capítulo final horrível


O último capítulo é muito ruim, parece não fazer parte dos outros 12, segue um ritmo muito fora do padrão, você espera tanto tempo pra ver os personagens envolvidos na história terem uma punição, ou algo do tipo, mas não mostram nada, os pais da Hanna descobrem a verdade de uma forma bem sem graça, não mostram o momento em que eles ouvem as fitas, os outros personagens não demonstram arrependimento, a escola não foi punida, não mostram o que acontece com o estuprador, nada, fica um sentimento de injustiça, que os outros personagens poderiam sofrer um pouco o que a garota sofreu.

XBOX ONE: Haja dinheiro...

Por David Zorzin



No fim do ano passado decidi vender meu PS3, que estava comigo há sete anos, para comprar um Xbox One. Na eterna batalha entre Sony e Microsoft eu levei em conta o preço. Na época o One saiu mais barato, além disso comprei um pacote com dois controles, o FIFA 17 e o Quantum Breaker. Até hoje não sei se valeu a pena ou não, na verdade meu desejo sempre foi o PS4, mas o valor era muito acima do que eu poderia pagar. 

O que posso afirmar para vocês que ter um videogame da nova geração é caro, e o problema nem é o quanto você paga pelo console, mas sim esse novo sistema que ferra com a vida de quem joga. Ninguém me disse quando eu comprei o Xbox One que pra aproveitar realmente a máquina eu teria que pagar muito mais que os R$ 1600 que eu desembolsei. 

A primeira coisa que vejo muita gente reclamar é que na maioria dos jogos que focam na campanha, o jogador tem que comprar extensões, DLC’s ou novos mapas para realmente completar a história. Um exemplo disso é o último Resident Evil lançado em março, é possível completar o jogo, mas também é possível gastar mais alguns reais para ter extensões que permitem uma campanha mais longa e completa.

Essas DLC’s se tornaram tão comuns que os jogadores já aceitaram que ao comprar um jogo você está adquirindo uma versão reduzida e não a versão completa. Hoje é mais comum termos Deluxe Edition, Gold Edition, Limited Edition, Expansive Edition, Game of the year Edition, Completed Edition... Também é comum vermos jogos que oferecem uma melhor experiência se jogados com alguns acessórios oferecidos pela Microsoft, como headset, Kinect e controle na versão elite. É uma merda pensar que além do dinheiro que eu gastei pra ter o Xbox, tem muitas outras coisas que melhoram o videogame, mas que custam quase R$ 300 cada, é até injusto com os jogadores.



Mas sem dúvidas, o que mais me revoltou com a nova geração de consoles é que pra jogar online eu preciso assinar a Xbox Live. Se não tenho que me contentar com o conteúdo offline dos jogos. No PS3 não precisei assinar nada, só estar conectado na internet e me registrar na PSN, mas tanto o One quanto o PS4 fazem obrigatório a assinatura. Mais R$ 199 por ano para ter acesso a Live. Mas beleza ,tem que ter alguma vantagem em ter essa maldita Live...

Ai que você se engana! O Xbox “dá” ao jogador três jogos gratuitos para quem assina a Live, até hoje, em 06 meses com o One, eu ainda não baixei nenhum, só jogos antigos de 2012, 2013 e muito chatos. E não sou só eu que reclamo disso. Sempre que a página da Xbox divulga no facebook a lista com os jogos gratuitos do mês, todos os comentários são de pessoas reclamando. 

A única parte boa da Live é que de vez em quando a Microsoft faz algumas promoções de jogos e o preço acaba compensando, até agora já comprei o pacote do Resident Evil por R$ 64 e The Witcher 3 Gold Edition por R$ 90, ai começa a discussão do quanto isso é caro ou barato, só sei que foram mais R$ 154 gastos.
The Witcher 3: Wild Hunt
Pra acabar com o texto e com a minha alegria foi divulgado recentemente uma nova versão do Xbox, chamada Scorpion, com desempenho muito superior ao One, novos recursos e vantagens. Ou seja, logo o One vai se tornar obsoleto como o PS3 era. Logo os jogos terão funções para o Scorpion que não terão no One. E assim segue a vida.

Estima-se que o novo console custe em torno de R$ 3000 no Brasil no lançamento. Duvido que sai por menos de R$ 5000, mas só resta aceitar, essa novidade não é exclusiva dos videogames, celulares, TV’s, tudo hoje em dia é assim E haja dinheiro.

Banco de Cérebros #63 - Batman: Os 25 do Retorno, os 20 do & Robin e os 5 do Ressurge


Assim como feito em 2015 com o aniversário de 20 anos de Batman: Eternamente (1995) e 10 de Batman Begins (2005), o Podcast é especial dos 25 anos de Batman: O Retorno (1992), os 20 de "Sabe o que acabou com os dinossauros?" (1997) e os 5 de Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012). Fomos a fundo nas discussões que os filmes trazem e por que não nas várias polêmicas!

Comigo (Rafa Oliveira), Lequinho Maniezo e diretamente do site/podcast Cine Alerta, Alexandre Luiz.


Doctor Who: O Retorno da série em The Pilot


As expectativas para a 10ª Temporada de Doctor Who eram enormes. Primeiro, o anuncio da saída do showrunner (produtor principal) Steve Moffat, já deixando claro que essa seria a sua ultima temporada no comando. Logo depois disso, Peter Capaldi, o próprio Doutor, também anunciou sua saída. Foi o suficiente para já surgirem várias expeculações de quem seria o novo Doutor e o mais importante: como seria o final de Capaldi como o 12º? O Mais curioso é que, ao assistir The Pilot, primeiro episódio da temporada, o sentimento é muito mais de um recomeço do que de um fim.

Nada mais natural. Afinal, temos uma nova companion: Bill. Assumidamente gay, Bill é o centro das atenções em The Pilot. O episódio é todo voltado a apresentar a personagem todos os conceitos da vida do doutor, e essa apresentação também pode muito bem funcionar a um novo espectador. Isso mostra também uma evolução de Moffat como roteirista: Quando assumiu a série em 2010, o produtor se focou tanto em recomeçar a série que deixou a impressão de que o que tinha sido feito antes não valia. Aqui ele retoma a série, ajuda novos fãs e respeita os já de longa data, com pequenos fanservices, como fotos de Rever Song e Susan (já escrevi umartigo sobre o primeiro doutor, leia aqui) e um pote com as antigas chaves de fenda sônica.


A apresentação é tão pontual que cria situações que podem ser consideradas icônicas. Pessoalmente considero a cena de apresentação do ambiente da TARDIS a melhor representação do conceito de “é maior por dentro”. E quando Bill fala esta mesma frase, Nardole solta um “ela disse!”, o que muitos fãs provavelmente disseram, afinal, a frase já virou regra e já era de se esperar que fosse dita.


A Sexualidade de Bill está longe de ser apenas um elemento de roteiro para incluir diversidade na série, até por que ela já inclui diversidade a tempos. Neste episódio de apresentação precisavamos conhecer a personagem a fundo, e incluir sua sexualidade diretamente no mote principal da história foi uma ótima maneira de utilizar-se disso. E decidida, Bill recusasse a ter sua memória apagada pelo Doutor, deixando claro a ele que está lá presente para também discordar de suas imposições de egoísmo. E o papel de uma companion é justamente esse: ajudar o Doutor a compreender melhor suas decisões. Trazer compaixão a ele.


Certamente o Doutor de Capaldi vai deixar muita saudade. Sua personalidade evoluiu muito durante as temporadas. Agora mais a vontade no papel, o carisma natural do ator é ainda maior. Ve-lo em cena é contestar que ele conquistou o titulo de Doutor e merece ter uma temporada que, pela promessa de Moffat e demais produtores, fará várias referencias a série clássica, a qual Capaldi é grande fã. Retorno dos Cybermen originais, da Missie, do Mestre de John Simm e a saída de Moffat e Capaldi. Amigos, essa temporada promete! Retorno dos Cybermen originais, retorno da Missie, Retorno do Mestre de John Simm e a saída de Moffat e Capaldi. Amigos, essa temporada promete!

As Questões do teaser trailer de Star Wars: Os Últimos Jedi!


Citou Star Wars, a galera lá fica louca! E enquanto acontecia a Star Wars Celebration em Orlando, o trailer de Os Ultimos Jedi foi divulgado. Era só uma questão de tempo. Não estamos mais lidando com um filme como Despertar da Força (2015), que era totalmente uma novidade. Já estamos em 2017, o fãs clamavam por esse momento, e ele chegou!

Doctor Who: O Doutor que poucos conhecem.


A Verdade é que a série Doctor Who se popularizou pela sua versão mais recente, produzida a partir de 2005. Apesar de dar prosseguimento a série clássica, a que pode ser chamada de “New Who” trouxe muitos elementos novos, que hoje já caíram na graça do publico. Mas a verdade é que nada disso seria possível sem a base da série criada lá em 1963. E é justamente sobre ela que estou a falar aqui, expecificamente os dois primeiros arcos da série

Muitos elementos hoje já tidos como regra para a nova série, sequer eram pensados a mais de 50 anos atrás. Um deles era a duração dos episódios. Hoje geralmente temos em torno de 13 episódios por temporada, com 40 minutos cada, algo mais convencional. Diferente disso, antes os episódios duravam 20 minutos, eram exibidos todo sábado sem exeção, e as histórias eram divididas em arcos.

Um exemplo disso, foi o primeiro arco da série: An Unearthly Child. Ele é divido em 4 episódios, e sua exibição durou pouco mais de 1 mês (o primeiro episódio foi exibido duas vezes, por a morte do presidente Kennedy ofuscou a primeira exibição). Nele, temos a apresentação dos personagens principais: O Doutor, sua neta Susan e os professores Ian e Barbara.


A Criança Susan


Informação um pouco chocante para alguns. Até porque, rostos jovens que o doutor passou a ter jamais faria alguém achar que o mesmo tem uma neta. E foi justamente para viajar com ela que o doutor “pegou emprestado” de seu planeta, Galiffrey, uma TARDIS (Tempo e Dimensão Relativas no Espaço), nave de viagem no tempo-espaço. No alto de seus 15 anos, Susan demonstra o mesmo interesse que doutor passa a ter pelos humanos.  Mesmo sendo de Galiffrey e tendo conhecimentos muito mais avançados que nós, ela insiste e estudar na escola Coal Hil, frequentando as aulas dos professores Ian e Barbara

Ian e Barbara


Uma garota ser extremamente brilhante em algumas coisas e não saber nada sobre outras (principalmente as mais simples) é algo muito estranho. E pensando isso sobre Susan, os professores Ian e Barbara resolveram segui-la até sua casa. Lá conhecem a verdade sobre a garota e seu avô, o Doutor. Alem de representar os já clássicos papeis de representantes do publico (os que estão totalmente fora da fantasia da história, e são apresentados a ela), Ian e Barbara surgem como a voz da razão durante os episódios. Em muitos momentos, contrariando o doutor, que de vez em quando tem atitudes meio duvidosas.

O Doutor de William Hartnell


Não foi a toa que resolvi falar do Doutor por ultimo. A Personalidade do doutor de Hartnell pode estranhar aqueles que estão acostumados com postura de “galã” de David Tennant como 10º  ou as peraltices de Matt Smith como 11º. Hartnell é seco e grosso, e está longe de ser o doutor desposto a resolver tudo sozinho. Seu protagonismo muitas vezes é pouco mostrado, afinal, é um senhor de idade, e muitas vezes, não acompanhando o ritmo dos demais personagens, sentando-se para descansar ou pedindo para que outros, façam os trabalhos pesados.

Alias, até o grande Peter Capaldi (CAPALDÃO!) em seu momento mais rabugento, é um doce perto de Hartnell. Mas não que isso seja um problema. Os já familiarizados com a série sabem que o doutor tem sérios problemas em viajar sozinho, e muita de sua simpatia foi adquirida com seus companheiros. Se como dito antes, Ian e Barbara surgem para contrariar o doutor, a partir disso o personagem passa a adquirir mais de sua bondade.


O arco An Unearthly Child serve nada mais do que para apresentar os personagens e o conceito da série. Já o segundo, The Darleks, trás os icônicos inimigos do Doutor. Lembra quando fizeram Batman Begins com Ras Al Ghul como vilão e em Cavaleiro das Trevas (2008) trouxeram o Coringa? Comparação meio absurda, mas é por ai :D

Apesar de eu ter citado Galiffrey, a mitologia do planeta natal do Doutor só foi desenvolvida próximo ao final do segundo, interpretado por Patrick Troughton. Até então, pouco era dito sobre a origem do Doutor e Susan, e nada falado sobre o conceito da regeneração. Essas pequenas diferenças, que são o embrião do que estava por vir, não ficaram restritas apenas aos mocinhos da história.

Os Daleks

EXTERMINAR! Mais ou menos...


Hoje os Daleks já estão estabelecidos como os principais inimigos do doutor. Alem de ter principal influencia na Guerra do Tempo (acontecida antes do inicio da nova série), a participação deles é garantida em todas as temporadas. Mas em comparativo, as primeiras versões deles repetiam bem menos o bordão que os consagrou e eram mais articulados em fala. O Segundo arco da série, The Daleks é quase que indispensável para os que já os conhecem. E apesar de ser o inicio da rivalidade da raça com o Doutor, assistir ao arco torna-se mais interessante quando você já está familiarizado com os vilões.

Como dito, não só os Daleks, mas todos os personagens e conceitos que são regras na série até hoje, tem base aqui. . A satisfação em gostar Doctor Who é lembrada a cada episódio. E apesar de algumas diferenças, o que torna e sempre tornou a série o sucesso que é, está lá desde o começo. Aqui fica a prova disso.

Como Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008) foi influênciado por Fogo Contra Fogo (1995)


Fogo contra Fogo (Heat, 1995) é um filme dirigido por Michael Mann, com dois grandes atores: Robert DeNiro e Al Pacino. Essa talvez seja um dos encontros mais aguardados, por mais que os dois já haviam estado em Poderoso Chefão - Parte 2 (1974), Assim como em Godfather, em Heat os personagens de ambos também não contracenam juntos muito tempo, com encontros resumidos em uma conversa na mesa de um restaurante e na ultima cena do filme. Apesar disso, durante as 2h50 do longa, o diretor consegue trazer a sensação de que, apesar de pouco se encontrarem, os personagens tem uma forte ligação. E essa ligação irônica é o que torna o filme tão especial, pois os personagens estão em lados distintos da lei, mas em muitos momentos partilham de semelhanças que eles mesmos reconhecem.


O diretor Christopher Nolan, fã assumido de Mann e também do filme, utilizou muito dele em Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008). Se hoje ele é considerado uma obra prima das adaptações de quadrinhos para o cinema, é inegavel que teve excelentes inspirações. Nolan inspira-se em Heat já no inicio do filme, com uma cena de assalto ao banco que muito lembra, não só Heat, como outros filmes da filmografia de Mann. A filmagem em IMAX ressalta o cenário amplo, palco da primeira aparição do Coringa.

A Amplitude dos cenários, muitos com janelas bem abertas, são para dar uma grande exposição ao Batman. Afinal, ele está submetido a sua prova de fogo como herói, que é arquitetada pelo Coringa (Heath Ledger). E falando nos dois personagens, se em Heat temos um embate de  ideais com os dois personagens principais conversando em uma mesa de restaurante, aqui em Batman temos a cena do interrogatório, que também nada mais serve do que para contrapor o herói e o vilão.


Segue um vídeo com o comparativo de várias cenas dos dois filmes. Repare que eles se assemelham até na fotografia azulada.

Ninguém filmou em IMAX como estamos fazendo, diz Christopher Nolan, sobre seu novo filme, Dunkirk


Se você já assistiu a Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008) ou O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012) em Blu-ray, deve ter reparado nas varias mudanças no formato de tela. Algumas cenas são em Widescreen e outros em Fullscreen. Mas por que isso acontece?

A Partir do segundo filme da franquia, o diretor Christopher Nolan aderiu a filmagens em câmeras IMAX. Isso realça a exibição nas telas de cinema nesse formato, e desde então, Nolan passou a utilizar cada vez mais desse método. O Único problema de se filmar em IMAX é que as câmeras fazem muito barulho, o que atrapalha em cenas de diálogos extensos. Então, a pesar de em “Ressurge” filmar grande parte do filme com elas, algumas cenas ainda são filmadas em câmeras tradicionais. Segundo Nolan, mudará agora!

Em recente entrevista, Nolan afirmou que seu novo filme, Dunkirk, vai mudar o cinema IMAX:

“Poucas pessoas fizeram isso antes e ninguém filmou em IMAX como estamos fazendo. A maior parte do filme é IMAX. Com cada produção fomos aprendendo mais e mais para maximizar nossa habilidade em usar aquelas câmeras, e encontramos formas de leva-las para lugares pouco usuais para um objeto daquele tamanho, mas a qualidade de imagem fala por si mesma. Acho que será uma apresentação bem empolgante, particularmente nos cinemas IMAX”.

Era apenas uma questão de tempo para Nolan chegar a esse ponto. Como ele afirmou, ao logo de suas ultimas produções, ele foi utilizando cada vez mais deste artificio. Quem assiste aos seus filmes em IMAX sabe a diferença que isso faz. É claro que a maior expectativa para o filme é saber se Nolan apresentará um filme melhor que seu ultimo, Interestelar (2014). A Torcida não é pouca, mas aparentemente, em questão visual, o filme não decepcionará.

O filme será baseado na história da Operação Dínamo, que conseguiu resgatar mais de 330 mil homens da cidade de Dunquerque, na Segunda Guerra Mundial, durante um cerco Nazista, em 1940. A previsão de lançamento está para Julho deste ano.

Confirmado Retorno de Um Maluco no Pedaço!


Em 2016 tivemos a estréia de Fuller House, revival da série de TV que o SBT titulou maravilhosamente como Três é Demais. O Resultado foi bom e garantiu a segunda temporada, lançada no final do mesmo ano. Eis que recentemente Alfonso Ribeiro, que interpretou Carlton na série Um Maluco no Pedaço, publicou em seu Instagram uma foto de todo o elenco remanescente  reunido.


Uma publicação compartilhada por Alfonso Ribeiro (@therealalfonsoribeiro) em

"Sempre incrível passar a tarde com a minha família de Um Maluco no Pedaço. Desejava que James Avery ainda estivesse conosco para tornar isso completo"

A Tempos atrás isso já havia ocorrido, quando o que interpretou Tio Phil ainda estava vivo. Por isso, ninguém se alarmou sobre um possível retorno da série, pois o encontro do elenco parecia algo normal. Eis que no dia de hoje, 1º de Abril, tivemos a confirmação do retorno da série! Em entrevista à Variety, o produtor Andy Borowitz revelou que a reunião foi para discutir a produção de uma nova temporada. E ainda mandou um:

“Não se faz uma reunião como aquela apenas para se tomar margaritas”.

Infelizmente o lançamento não será nesse ano. A Produção de fato acontecerá a partir de abril de 2018. Até por que Will Smith, que também assume a produção, tem agenda lotada até lá. Comparado a Fuller House, diferente das gêmeas Olsen, Smith de fato estará de volta. Muitos o consideram “estrela demais” em seus filmes, mas no caso do retorno da série, o protagonismo de Will é inevitável.Vejo a Netflix como sendo uma ótima plataforma para a série, tal como foi para Fuller House. Não existe confirmação alguma, mas não seria surpresa essa confirmação.  


O Mais engraçado foi a declaração de Janet Hubert, Tia Vivan original, que criticou o encontro do elenco, afirmando que:

“nunca haverá uma verdadeira reunião de Um Maluco no Pedaço. Eu não tenho interesse algum em ver qualquer uma dessas pessoas”.

A Atriz saiu da série por diversas discussões com o produtor e Will Smith. Até 2018, temos tempo.

Ficaremos atentos ao retorno da série e torcendo para Will aparecer careca igual ao Pistoleiro do Esquadrão Suicida. Se isso acontecer eu derramo uma lagrima sabendo que o ciclo estará completo J

A 10ª Temporada de Doctor Who vem ai! e Adeus Capaldi.


Conheci Doctor Who por comentários de amigos na época do especial de 50 anos, em 2013. A Série britanica, hoje de grande sucesso em todo mundo, já existia desde a década de 60, com o total de 12 atores a interpretarem versões diferentes do personagem. Apesar de já ser familiarizado com esse conceito por se fã de James Bond, nunca havia me interessado em vê-la. Eis que no inicio de 2016, dei inicio a série por alguns episódios paralelos e logo em seguida acompanhei cronologicamente desde a primeira temporada (2005, no retorno da série), com Christopher Eccleston.

Foi um período de 1 ano para chegar até o final da 9ª temporada. Demorei bastante, confesso. Ao chegar ao final da nona, agora já pronto para a décima, ultima de Peter Capaldi no papel do 12º, percebo o quanto essa série consegue abrangir e se renovar. O Conceito de Louco com uma caixa e sua companheira viajando pelo espaço e tempo, consegue abranger todos os gêneros, e consequentemente, emocionar em muitos deles. Pessoalmente posso dizer que nunca achei que poderia me interessar tanto por uma série, até por que, nunca tive o habito de ver muitas.


A 10ª Temporada está próxima. Peter Capaldi, desde sua primeira temporada, demonstrou extremo carisma e deixará saudade. Recentemente o ator deu uma declaração sobre sua saída. Falou sobre permanecer muito tempo no personagem, e o quão mal isso pode fazer a um ator.

"Essa é uma das razões pelas quais vou embora. Porque com este volume de trabalho, é difícil procurar constantemente novas maneiras de atuar dentro da série. Mas em Doctor Who isso é estranho porque eu o amo muito tudo isso. Parte de mim gosta de fazer a mesma coisa, enquanto parte de mim quer desafios diferentes. É algo terrível, no momento em que você começa o trabalho, você sabe que um dia você vai ter que deixá-lo. Assim que me tornei o Doutor, imediatamente empurrei minha mente para este lugar. Mas está tudo bem. Eu nunca fiz nada por três ou quatro anos, não é meu estilo."

Com a noticia da saída de Capaldi, não faltam expeculações sobre quem poderá substitui-lo. Independente da etnia ou gênero, a série sempre demonstrou maturidade para mudanças e quebras de tabu. E a renovação que citei permite que ela nos surpreenda sempre. Lembrando inclusive que Steven Moffat, atual showrunner (produtor principal), também está de saída. Então, o futuro de Doctor Who é incerto. Tudo pode mudar. Mas enquanto isso não acontece, Capaldi está ai para a sua ultima temporada. E que ela feche sua era em grande estilo!