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RPS Musical #22: 19/09/17

Por Vinicius Joker



Mais uma edição do RPS, dessa vez já começo avisando que foi uma semana bem fraca, pouca coisa boa ou relevante e muito lançamento fraco. Mas de qualquer forma, uma boa leitura a todos.

Nick Jonas - Find You


Pop com uns elementos quase de Pop Alt, mas que no geral não tem nada de muito interessante, musica para toca no radio e nada mais.

Rashid - Sem Sorte


Ja ta ficando clichê no RPS elogiar os sons do Rashid, quase toda edição tem um som foda do cara. E bom esse aqui não é muito diferente, mais um trabalho excelente. Destaque para a produção que ta ótima, principalmente esses trompetes que encaixaram no beat.

MC GC15 feat. DJ Marlboro - Agora Você Foi Embora


Depois de ouvir a musica, eu entendo o motivo de ir embora.

The Killers - Some Kind of Love


Somzinho bem esquecível esse do The Killers. A musica nem chega ser ruim, mas não tem nada que realmente chame atenção.

Gucci Mane feat. The Weeknd - Curve


o Gucci Mane nunca lançou nada que me agradou muito, mas essa parceria com o The Weeknd caiu muito bem para ele. A musica é realmente boa, o beat ta excelente e os dois estão bem também.

De La Ghetto feat. Daddy Yankee, Ozuna e Chris Jeday - La Formula


Alguns dos principais nomes do Reggaeton atual juntos lançando uma musica que provavelmente vai virar hit. Quem curte Reggaeton é uma boa pedida.

San Holo - I Still See Your Face


Han Solo?

Fall Out Boy - The Last of The Real Ones


Som bem com a cara dos trabalhos mais recentes do Fall Out Boy, no geral uma musica bem divertido com um refrão bem chiclete como de costume nos sons da banda.

Nial Horan - Too Much To Ask


Pop lentinha que nem é tão ruim, mas que também não tem nada que prenda à atenção de quem esta ouvindo.

Febem – Rosa


O numero de vezes que a palavra "rosas" é repetida durante a musica me incomodou um pouco, mas ainda sim a letra e o beat são bons o suficiente para passar por cima disso.

Marilyn Manson - We Know Where You Fucking Live


Sempre achei Marilyn Manson bem ruim e com esse lançamento novo posso reafirmar minha opnião.

David Garret - Superstition


Musica legalzinha, bem pegada Disco Dance só que com o diferencial de ter um violino como guia da musica.

U2 & Kygo - You're The Best Thing About Me


É basicamente um EDM bem do genérico só que com a voz do Bono Vox.

Tove Styrke - Mistake


É um som ok, a Tove ainda tem muito para melhorar, mas se manter nessa linha ela tem um puta potencial de estourar em um futuro próximo.

DJ Batata e Bin Laden - Tô Suave To de Boa.


Qualquer semelhança com "Ta tranqüilo Ta favorável" é mera coincidência.

Frejat - Tudo Se Transforma


Tão chato quanto qualquer outra musica do Frejat.

Disaster Cities - Right Next to You


Os riffs bem stoner eu até curti, mas essa pegada meio Hard Rock moderno não desceu. 

MC Kekel - Vem no Tamborzão


A letra quase Funk Soft confesso que me deu uma desanimada, mas o beat com o tamborzão batendo pesado salvou. 

The Story So Far - Out of It


Bom lançamento, na linha do que o The Story So Far costuma fazer. Aquele Pop Punk bem melódico, com um pézinho no Hardcore.

Gaab feat. MC Hariel - Tem Café


Café eu não sei, agora musica ruim tem.

Emicida & Miguel - Oásis


Som lançado pelos dois artistas para divulgar o show em conjunto que eles fizeram no Rock in Rio, que por sinal foi muito bom. Tão bom quanto essa musica mesmo, deu uma química ótima entre os dois e a mistura de elementos do Rap do Emicida e do R&B moderno do Miguel ficou na medida.

RPS Musical #21: 12/09/17

Por Vinicius Joker


Começando mais um RPS, nessa semana com bastantes lançamentos alguns bons outros ruins, como toda boa edição. Boa leitura a todos! 

Sam Smith - Too Good at Goodbyes


Nunca consegui curti Sam Smith, dês dos primeiros sons. E bom esse lançamento novo não me fez mudar muito minha de opinião, continua sendo umas musicas bem caidinhas, embora eu não negue que o cara tem uma boa voz.

Wisin & Yandel - Como Antes


Reggaeton com o grave bem agressivo, no geral curti é bem melhor que muitos outros reggaetons revisados em edições anteriores.

MC Kevinho feat DJ Marlboro - Vem Novinha


Não vai novinha.

Maria Rita - Cutuca 


Samba de raiz bem gostoso de ouvir, Maria Rita sempre impecável. 

Demi Lovato - You Don't It For Me Anymore


Gostei, musica mais lentinha valorizando a voz da Demi.

DJ Caique feat. Rincon Sapiência, Diomedes Chinaski & Kid Mc - Linhas Proféticas


O Beat bem pesadão é o que sem duvida mais se destaca na musica, mas todos os Rappers que participaram da musica não estão nem um pouco mal.

Robin Schulz feat. HUGEL - I Believe I'm Fine


Aquele EDM com o refrão bem quebrado, na linha de praticamente todos os trabalhos do Robin Schulz. No geral uma musica bem esquecível.

Beck - Up All Night 


Gostei, nada de especial mais um rockzinho dançante legal de se ouvir.

Hailee Steinfeld feat. Alesso, Florida George Line & watt - Let me Go


Pop com elementos de EDM bem do genérico, uma pena utilizarem o Florida George Line de forma tão apagada. 

João Brasil feat. Dennis DJ - Beth


Só o João Brasil mesmo para salvar uma musica que tem o Dennis DJ. Funk mais puxado pro EDM bem foda, João Brasil LENDARIO.

Dan Lellis - Banheira de Espuma


Não sei se é Reggaeton, se é Rap ou Sertanejo Universitário, o que eu sei é que é ruim.

G-Eazy feat. A$AP Rocky e Cardi B - No Limit


Não é tão bom quanto o lançamento anterior do G-Eazy, mais ainda sim é um bom som a divisão dos versos entre os três artistas ficou de uma forma bem interessante.

St. Vincent - Los Angeles


Boa musica, mais um trabalho bem solido da St. Vincent. 

Sleeping With Sirens - Trouble


Confesso que me surpreendi com a linha que a banda tomou nessa musica indo para uma pegada bem mais próxima do Rock Alternativo ao invés do Post-Hardocre. Mais ainda sim não foi o suficiente para mudar minhas opiniões sobre o Sleeping With Sirens.

Samson Ashe - Too Rough


Excelente lançamento, a mistura do Soul dos anos 60 com R&B mais moderno ficou incrível.

Kelly Clarkson - Love So Soft


Diferente da maioria dos trabalhos da Kelly Clarkson, indo em uma pegada mais R&B. Ainda sim longe de realmente me agradar. 

ILoveMakonnen feat. Rae Sremmurd - Love


Nada de mais nessa musica, mas é divertidinha até. A mistura de Rap com o instrumental bem puxado pro Pop Punk até que caiu bem, principalmente para o refrão que é bem chiclete.

Poo Bear feat. Anitta - Will I See You


A Anitta até não esta mal na musica, mas ainda sim eu não curti não. Achei um Pop Romântico bem do chatinho.

Foo Fighters - The Line


Achei bem mediano, faltou àquela pegada característica do Foo Fighters. 

Tove Lo - Disco Tits


É um Pop Alt bem ok. Não tem nada de muito impressionante, mas ta bem produzidinha o beat esta bem feito e a Tove Lo esta bem nos vocais.

Diple feat. Starrah - Swerve


Uma mistura de R&B com Rap Trap na média. Não tem nada de impressionante, mas longe de ser ruim.

U2 - You're The Best Thing About Me


Aquele Pop Rock bem caído na linha dos trabalhos mais novos do U2.

Baco Exu do Blues - Esú


O beat com vários samples eu achei muito bom, mas o resto não me apeteceu tanto.

The Used - Over and Over Again


Gostei bastante da musica, a linha nova que a banda tomou indo para um lado mais animadinho deixando a sofrencia Emo foi puta acerto, visto que outras bandas que despontaram no mesmo período que o The Used também foram para esse linha e tiveram bons resultados, embora como ocorreu para essas outras bandas eu tenho certeza que vai ter gente reclamando do som mais alegrinho. Outro ponto para destacá-la é que eu havia esquecido como são bons os músicos do The Used.

Aviões do Forró - Faz o X


Espera ai a musica chama "Faz o X" e não é da Xuxa, isso é golpe.

George Michael feat. Nile Rodgers - Fantasy


Musica póstuma do George Michael e que musica sensacional. Tudo nela é na medida, das guitarras mega Funkadas do Nile Rodgers aos vocais sempre incríveis do George Michael. Forma perfeita de marcar o ultima capitulo da carreira dessa lenda da musica.

CRÍTICA| It: A Coisa (2017): Um filme sobre o medo, mas que não dá!

Por David Zorzin



Procurando por um nome para essa crítica percebi que o novo IT – A Coisa pode ser classificado de diversas formas diferentes. A primeira e mais evidente é que a obra é um péssimo filme de terror, isso porque, o roteiro foge do padrão atual de jump scare tão presentes nos títulos atuais como Invocação do Mal e Annabelle, também não existe aqui um monstro, espírito ou demônio que te cause repulsa ou aflição ao encará-lo, o vilão nada mais é do que um palhaço, Pennywise, com os dentes um pouco mais afiados. 

O parágrafo anterior pode dar uma impressão ruim a obra, mas na verdade a tempos não saia tão empolgado de uma sala de cinema depois de ver um filme de “terror”. IT – A coisa parece muito mais um drama, com pequenos trechos cômicos e um ar de suspense que ronda a história, mas se você é fã dos clássicos, vai amar o filme, assim como eu.

O remake da serie de 1990, baseada no livro de 1986, escrito por Stephen King, conta a história do Clube dos Perdedores, um grupo de crianças que sofre diariamente com um extremo bullyng na escola e problemas sérios em suas casas, algo que faz a união entre eles ser ainda mais forte. 


Tudo começa quando Georgie encontra o palhaço Pennywise em um bueiro e acaba sendo atacado por ele e desaparecendo para sempre. Daí, seu irmão Bill (Jaeden Lieberher) inicia uma busca pelo caçula que ele acredita ainda estar vivo. A aventura fica mais séria quando o recém chegado a cidade Ben (Jeremy Ray Taylor) mostra ao restante das crianças que os desaparecimentos em Derry são mais frequentes que o comum e todos tem uma certa ligação geográfica e temporal. 

Além de Bill (líder da equipe) e Ben (o típico gordinho), o grupo conta com Richie (Finn Wolfhard, o Mike de Stranger Things) que faz piadas com um teor sexual que deixaria qualquer pessoa impressionada, Eddie, Stanley e Mike. Beverly é a única menina a se unir a eles, a garota interpretada por Sophia Lillis sofre com um pai abusivo que a violenta sexualmente. Cada um deles tem um medo específico, e por mais bobo que possa parecer, todos eles contribuem para que a história tenha sentido e se torne tão boa. 


O medo alias é o principal tema tratado na obra, já que Pennywise se alimenta do medo das crianças, assim, o palhaço pode assumir qualquer forma para assustar o grupo, desde uma pessoa leprosa para o garoto que tem pavor em ficar doente, até os pais queimados de Mike. O filme é perfeito em retratar como pode ser pavorante os medos mais simples e puros, como o de palhaços, ou um simples quadro onde a pintura é uma mulher desfigurada. 

Talvez esse seja o ponto primordial do filme e o que divída mais a opinião de quem assistiu, é difícil sentir medo ao ver IT, você sente muito mais aflição pelo que está acontecendo com as crianças do que propriamente com a chance de ter pesadelos a noite em sua casa. Diferente do estilo de terror atual, que abusa dos sustos, cenas na escuridão e o sobrenatural, em IT o pânico é causado por coisas presentes realmente na vida de uma criança, o que torna a história tão cativante. 

O ritmo do filme é muito bom e por muito tempo você esquece do palhaço para presenciar a realidade do grupo, nessa hora temos lições de amizade, confiança e amor. Quando o climax do roteiro se aproxima, você basicamente já sabe o que vai acontecer, a união das crianças vai conseguir vencer Pennywise, e isso não tira sua atenção da tela. 


A obra consegue um ótimo equilíbrio entre as situações do cotidiano das crianças, as cenas mais “assustadoras” e uma série de piadas feitas pelo personagem Richie que deixam claro aquilo que o filme faz de melhor, mostrar que são apenas crianças, e não é preciso um demônio ou algo tão “forte” para causar pânico entre elas, coisas básicas podem assustá-las, assim como a qualquer um. 

Os atores são carismáticos e fazem o público torcer por eles e para que o grupo não sofra tanto, diferente da serie clássica de 1990, aqui não é mostrado a história dos personagens na vida adulta, algo que deve ser mostrado no já anunciado capítulo dois.

Eu recomendo IT – A Coisa para todos, mas deixo claro que o filme talvez possa parecer bobo para algo do gênero terror, mas por trás conta uma história cativante que prende a atenção de todos e mostra o mais puro medo, aquele que pode ser encontrado na nossa realidade, seja com coisas bobas como palhaços, ou até coisas mais sérias como a depressão, esquecimento ou a morte. 

RPS Musical #20: 04/09/17

Por Vinicius Joker




Edição nova do RPS no ar, mas já vou mandando a real que essa semana teve bastante coisa ruim. Então boa leitura a todos! 

Maroon 5 feat. SZA - What Lovers Do


Não tem nada de muito especial nesse som, é aquele Pop Rock bem característico que o Maroon 5 costuma fazer, ao menos é bem agradável de ouvir como também é padrão nos sons da banda americana. Vale citar a boa participação da SZA que deu um elemento extra positivo para o som.

ARY - Already There


Gostei desse do som, uma pegada Pop Alt que lembra bastante o ultimo disco da Lorde. 


Oriente - Fugir Com o Sol


É uma musica do Projota, só que gravada por outro rapper. Ai fica ao seu critério se isso é bom ou não.

LCD Soundsystem - change yr mind


A combinação de um Indie Rock dançante com Punk até é boa, mas não me agradou muito. 

Jason Derulo - If I'm Lucky


Esse som não é nem de longe ruim, mas é mais uma musica que o Derulo não demonstra o puta talento vocal que ele tem, o que é uma pena.

Yusuf/Cat Stevens - Northenr Wind


Nada mais que uma belíssima musica, cantada por um musico com uma voz única.

Gustavo Lima feat. Hungria Hip Hop - Eu Vou Te Buscar 


Essa musica é bem boa pra tu ficar pistola ouvindo, se tiver tocando no radio do carro é risco tu querer jogar ele contra um poste. 

The National - Day I Die


Aquele Indie Rock bem na pegada que o The National costuma fazer, com a bateria bem marcadinha e tal. Quem já curte o The National ou bandas de Indie Rock nessa pegada, provavelmente vai gostar desse som.

Joey Montana - Suena El Dembow


Li Montana no nome e ja fiquei esperando o som começar com um "say hello to my little friend" ou a menos um "Party in the USA". Mas não rolou nem um nem o outro, muito decepcionante. 

Matoma feat. The Vamps - Staying Up


É aquela musica para os jovens ouvirem enquanto pulam e se abraçam no meio da baladinha TOP.

Ty Dolla $ign feat Damian Marley e Skrillex - So Am I


Essa aqui é basicamente uma mistura de elementos característicos de cada artista presente na musica, ou seja, Rap Trap, Reggae e EDM. Só que o resultado é algo bem sem sal, nada que desperta muito o interesse do ouvinte.

Yealawolf feat. Travis Barker e Juicy J - Punk


O som é tão despretensioso que quase chega a ser bobo, mas por contra partida é extremamente divertido. Os 3 artistas mostram uma boa química e conseguem fazer uma mistura agradável de estilos. 

The Script - Rock the World


Aquele Pop Rock bem genérico na linha que o Imagine Dragons e o One Republic fazem, com uns elementos de EDM e um refrão forte.

Detonautas Roque Clube - Dias Assim 


Mais uma baladinha voz e violão chatissima do Detonautas, me pergunto até quando eles vão insistir nisso. 

Frank Ocean - Provider


Não é nem de longe um dos melhores trabalhos do Frank, mas o beat é bom e o Frank ta bem então da pra ouvir tranquilamente.

DJDS feat. Khalid e Empress Of – Why Don’t You Come On


O começo da musica até agrada, mas com o andamento dela tudo se torna uma repetição gigante de elementos, que acaba ficando enjoativo.

Liah - Um Mais um


A produção é uma mistura de Tropical House, com Reggaeton com alguma coisa bem ruim que eu não sei explicar o que é. 

All Star Brasil feat. Pacificadores - A Onda


Rap Trap sem nada de muito novo, todos aqueles elementos já manjados. Tipo de musica para testar o grave do som do carro e nada muito mais que isso.

Paloma Faith - Crybaby 


A produção está muito boa, até chega lembrar um pouco certas musicas do The Weeknd, o problema é que eu achei a cantora meio desafinada.

Emicida feat. Rael, Kamal, Coruja BC1, Drik Barbosa e Fióti - Avuá


Puta som foda, a letra é foda, os flows bem diferente de cada rapper da um elemento diferente para musica e por fim o beat bem feito que não enjoa o ouvinte durante os 8 minutos de som.

Israel & Rodolffo - Carro da Pamonha


A única musica sobre pamonha que eu respeito é "Rodney Dy - Funk Da Pamonha".

Mr. Probz feat. Anderson .Paak - Gone


Excelente parceria, os dois artistas conseguiram encaixar suas principais características na musica e ficou um ótimo trabalho. Anderson ta muito bem como de costume e indo em uma linha vocal que da uma quebrada no ritmo da musica, enquanto a linha vocal e produção do Porbz se combinam de forma perfeita.

RPS Musical #19: 27/08/17

Por Vinicius Joker




Olha ai o RPS novo no ar. Essa semana tem bastante nome conhecido, mas infelizmente não teve muita coisa boa lançada. Boa leitura a todos. 

Taylor Swift - Look What You Made Me Do


A produção colocando bem em destaque o beat com um bass bem forte é sem duvida o ponto de destaque da musica, mas a Taylor Swift não fica atrás nem um pouco as linhas de vocal da cantora estão muito boas.

Black Alien - Sangue de Free


Rap bem legal, não é um dos melhores sons do Black Alien porque acaba ficando um pouco cansativo durante o andamento da musica, talvez pelo beat que é levemente repetitivo, ainda sim vale a pena a audição. 

FTampa - Light Me Up


EDM bem genérico com o diferencial que tem um riffzinho de guitarra no começo que parece sobra de algum disco do Red Hot Chilli Pepers. 

Pvris - Anyone Else


Um pouco diferente de outros sons do Pvris que já ouvi, mas ainda sim muito bom. A combinação de Indie Rock com Pop Alt deu um bom casamento. 

Fifth Harmony - He Like That


A melodia até que cativa, mas falta algum elemento que consiga prender melhor a atenção do ouvinte. No geral um Pop bom para Radio.

JP Cooper - Wait


Folkzinho quase todo voz e violão, bem agradável de ouvir. A voz bem melódica do JP junto ao violão bem tocado dá uma boa combinação.

XXXTENTACION feat. Trippe Redd - Fuck Love


Bem fraco esse som, o refrão não prende, a letra é fraca e o beat bem do genérico. 

Chico Buarque - As Caravanas


Não tem nada de muito novo nesse som do Chico, mas que se dane é Chico. Tudo no som é bom a letra, o instrumental e a produção é tudo na medida. 

Demi Lovato - Tell Me You Love Me 


Essa aqui eu achei fraca, ficou muito em uma vibe musica motivacional da Kelly Clarkson.

Luke Bryan - Light It Up


Normalmente eu prefiro os sons do Luke Bryan mais animados, porque não acho ele o melhor cantor de country para musicas mais lentas, ainda sim essa musica é muito legal de ouvir. 

Lexa - Movimento


Aquele Funk Soft pro Maestro Billy tocar na transição de quadros do Luciano Hulk, fora isso nada de mais. 

The Killers - Wonderful Wonderful


Ta um som bem ok. As linhas de baixo são sem duvida o grande destaque, já resto ta só ok mesmo.

Fergie feat. Nicki Minaj - You Already Know


Som bem chatinho, um beat que já era manjado nos anos 90 e uma participação bem apagada tanto da Fergie quanto da Nicki Minaj. E puta que pariu que Autotune escroto no meio da musica.

Noah Cyrus - Almoust Famous


É um countryzinho meio Pop, nada de muito interessante. Provável que aqueles que gostem dos sons antigos mais countrys da Miley Cyrus, gostem dessa. 

Pedro Paulo & Alex feat. Tati Zaqui - Tem Que Respeitar


Um drama chamado ouvir uma musica do Pedro Paulo & Alex até o final, puta que pariu que som merda. Parece aquelas parodias bem ruins do Galo Frito e de quebra tem um dos caras da dupla forçando uma voz grave para imitar o Catra.

Wu-Tang Clan feat. Redman - People Say


Bom é Wu-Tang Clan, então já da pra saber que é jogo ganho. Excelente musica tudo nela se encaixa de forma perfeita, a letra agressiva, os flows pesadíssimos e o beat extremamente bem produzido. 

Foo Fighters - The Sky Is A Neighborhood 


O lançamento anterior do Foo Fighters me agradou mais, já que conseguiu prender melhor minha atenção. Mas ainda sim esse som não é ruim não, a guitarra sujona bem stoner eu gostei bastante, só acho que pecou mais no refrão mesmo.

João Brasil - Youtubers


Achei bem inferior a outros trabalhos do João Brasil. É bem produzido e tal, mas ele da uma cansada bem rápido.

Miguel feat. Travis Scott - Sky Walker


Um R&B com umas referencia de Trap bem comum, musica pra esquenta de role e nada muito mais que isso.

P.O.D. - Soundboy Killa 


Você da o Play nessa musica e imediatamente é teletransportado para 2004. Caralho que musica ruim, não basta o P.O.D. já ser naturalmente uma merda, os caras conseguem há 20 anos fazer o mesmo Nu Metal clichê. 

Thirty Seconds To Mars - Walk On Water


É uma musica merda do OneRepublic só que gravada pelo Thirty Seconds To Mars, no fim da na mesma.

Avenged Sevenfold - God Only Knows


Se já é difícil ouvir uma musica do Avenged Sevenfold, imagine ouvir uma baladinha do Avenged Sevenfold. Eu espero que nenhum membro do Beach Boys escute esse cover. 

Beck - Dear Life


Folk Rock animadinho, bem legal de ouvir. Trabalho bem na linha que o Beck costuma fazer, vale destacar os ótimos riffs de guitarra.

Duduzinho - Ta Certo


Ta errado.

Queens of The Stone Age - The Way You Used To Do


Musica indo bem em uma linha Blues Rock mais dançante apesar da já característica guitarra sujona de Stoner que é marca registrada da banda. Mais um excelente som do QOTSA, ainda não tive oportunidade de ouvir o disco, mas se seguir na linhas dessa e das musicas anteriores comentada aqui no RPS, vai ser um excelente disco.

CRÍTICA | Annabelle 2: A Criação do Mal (Com Spoilers)

Por David Zorzin


O filme é bom, não há como negar, mas também, era uma obrigação dos diretores depois do primeiro Annabelle ter sido tão fraco. Agora seguiram uma fórmula mais tradicional, juntar um monte de crianças numa casa no meio do nada nos anos 40, bem simples, mas foi o suficiente pra ser muito melhor que o anterior. 

O título diz “A criação do mal” e quem assiste finalmente entende de onde saiu a boneca. Um artesão que fabrica brinquedos e sua mulher perdem a filha em um atropelamento, o casal (Esther e Samuel Mullins) então decide apelar e começam a pedir pra qualquer entidade ou força do além para que eles consigam ter sua filha (Annabelle Mullins) de volta, a menina aparece, mas na verdade não é a Annabelle, é um demônio tentando roubar a alma dos dois (mas veja só). 

Ai você entende que a boneca não chama Annabelle, e sim a filha do casal, o brinquedo nada mais é do que um objeto onde o espírito demoníaco pediu permissão pra passar férias enquanto se passava pela menina e tentava roubar a alma dos pais. Ou seja, a boneca não tem culpa nenhuma, não tem nada obscuro por trás dela.


Quando no passado o espírito começou a atacar o casal, eles chamam um padre e trancam a boneca num quartinho e assim vivem felizes, até cerca de doze anos depois, ai começa o enredo do filme atual e uma série de perguntas inexplicáveis. 

O casal decide acolher seis crianças orfãs e uma freira para morarem em sua casa, quem é louco o suficiente pra convidar seis crianças e uma freira pra morar numa casa que você sabe que tem um demônio preso em um quarto? 

O engraçado é que a Esther fica trancada no quarto o tempo todo já que não consegue andar, então ela não tem contato com as crianças (ela aparece bem pouco no filme). Aí a pergunta fica ainda mais ridícula, quem é louco o suficiente pra convidar seis crianças e uma freira pra morar numa casa que você sabe que tem um demônio preso em um quarto e sua mulher passa o dia todo na cama?


Fora isso, não me parece tão seguro mandar seis orfãs de 12 a 16 anos numa casa onde um homem de 50 anos vive sozinho no meio do nada com sua esposa que passa o dia trancada no quarto porque não consegue andar.

Sobre as meninas destacam-se Janice e Linda, melhores amigas que são excluídas pelas outras quatro garotas. O filme faz questão de mostrar a amizade forte entre as duas e que uma nunca viveria sem a outra. 

O terror começa quando a Janice começa a ser provocada pelo espírito do demônio preso na boneca e assim ela acaba entrando em um quarto (trancado) que era da filha do casal, detalhe, Janice tem um problema na perna (poliomelite) e não consegue subir ou descer escadas, confesso que quando vi isso no trailer achei que seria muito melhor explorado o fato do demônio tentar pegar uma criança com dificuldade pra andar, mas a deficiência serve muito mais pra dar uma imagem de coitadinha do que criar trechos de terror. 


Grande parte do filme são cenas do espírito assustando as meninas, cenas muito parecidas com Invocação do Mal, sequencias idênticas. Joga a bolinha na escuridão, a bolinha volta, joga de novo, ela volta, na terceira vez, não volta mais OOOOOOOOOOOH. Vira pra trás uma vez, não tem nada, vira de novo, nada, na terceira vez, aparece a boneca em cima da cama OOOOOOOOOOOOOOOOOH. 

Sério, grande parte do filme é muito parecido com Invocação do mal, a ambientação, o clima, os silêncios seguidos de ruídos, os sustos são parecidos, o uso das crianças, mas voltando a Annabelle 2, vamos a outra coisa que é ridícula e forçada na história.

As orfãs começam a reclamar pro dono da casa de coisas estranhas acontecendo, a Janice acaba sendo atirada pelo espírito e todos acham que ela caiu da escada, mas ele acha que tudo são acidentes (LEMBRANDO QUE TEM UM DEMÔNIO NO QUARTO). Até o final do filme nem ele e nem a esposa cogitam a ideia de ser algo relacionado a Annabelle. 


Bom, agora acelerando a história: muitos sustos, muitas cenas bacanas, a Janice é possuída pelo demônio que ela mesma acabou libertando, a menina que era manca começa a correr livremente pela casa, as outras orfãs acham tudo muito estranho, menos o casal que prendeu um demônio na casa a doze anos atrás, pra eles ta tudo tranquilo. 

O desfecho do filme começa quando Linda, a melhor amiga de Janice, conta ao dono da casa que a Janice já havia pego a boneca do quarto, nessa hora o cara tem um brainstorm e tudo começa a fazer sentido, OLHA SÓ, PARECE QUE O DEMONIO PRESO PODE TER RELAÇÃO COM TODOS ACONTECIMENTOS ESTRANHOS QUE AS MENINAS ESTAVAM PASSANDO NÃO É MESMO? 

Uma pena que ele não tem muito tempo pra cair em si, já na próxima cena ele é morto pelo demônio, não demora muito pra mulher dele também ser, nessa hora é correria, é a Janice possuída atrás das orfãs, é gritaria, muitos sustos e que puta atuação da atriz que fez a Janice, que no fim acaba sendo trancada pela freira no mesmo quarto que a boneca estava trancada e todo mundo (menos os donos da casa) sai vivo. 


Acontece mais coisa no fim do filme, mas ai vale a pena assistir pra ver, detalhe que os últimos cinco minutos de filme mostram como o casal Warren conhece a Annabelle. 

O filme vale a pena porque é tão bom quanto Invocação do Mal quando se trata de ambientação, muitas cenas de suspense e muitos sustos, da medo. Pra quem já conhecia a franquia fica a decepção de ser algo muito parecido. A atuação de Anthony LaPaglia que faz o Samuel Mullins é muito ruim, ele não passa emoção, como disse, muito da indiferença quanto aos fatos estranhos acontecendo na casa tem relação a falta de intensidade da atuação.

Tirando alguns pontos forçados, algumas cenas repetidas e a atuação ruim citada, o filme tem uma história aceitável, tem cenas fortes, tem um ritmo legal, bem acelerado, a atriz que faz a Janice (Talitha Bateman) consegue interpretar muito bem o papel, no fim é um terror muito bom comparado ao primeiro Annabelle e a diversos filmes do gênero lançados recentemente mas está longe de ser uma maravilha. 

RPS Musical #18: 21/08/17

POR VINICIUS JOKER



RPS novo no ar, essa semana até que teve bastante coisa boa principalmente para galera Alt/Indie/Hipster/Lollapaloza/Queria Estar Morta. Então boa leitura a todos.

Justin Bieber & BloodPop - Friends


Essa é uma musica bem ok, nada de muito impressionante nem positiva nem negativamente. O Bieber na musica ta com uma participação bem aceitável embora nada destacável, já a produção é o ponto mais alto indo em uma linha bem Pop Alt e abusando do sintetizador. O que se da pra concluir é que essa musica aqui não deve virar hit, porque ela não tem muito dos elementos pra emplacar nos Top Billboard da vida, a não ser é claro ter o nome do Bieber envolvido. 

Grouplove - Remember That Night


Indie Rock com uma linha meio Pop bem gostosinho de ouvir, as linhas de guitarras bem feitas, o baixo e a bateria bem marcado, uma vocal bem afinada e uns elementos meio eletrônicos bem produzidos. Extremamente recomendavel para quem curte o som das meninas do HAIM.

Fernando e Sorocava feat. Jetlag Music e Luan Santana - Meu Melhor Lugar


Um pseudo Sertanejo Universitado misturado com uns beats bem genéricos de EDM, no geral uma musica fraquíssima. Que fase essa do Fernando e Sorocaba, só close errado. 

Tiê - Amuleto


O som é bem produzido, a moça canta bem. Mas não me pegou não, a vibe lentinha passou um pouco do meu limite.

A$AP Mob feat. A$AP Rocky, A$AP Ferg, A$AP Nast, A$AP Twelvy e A$AP Ant - Feels So Good


É só um Rap Trap padrão, se for sua pegada então vale a pena dar uma chance se não nem precisa ouvir. Mas o que quero comentar de verdade sobre essa musica é "CARALHO, QUANTO A$AP JUNTO". 

DVBBS feat. Cisco Adler - Cozee


EDM misturado com Funk Rock, em uma linha bem parecida com as musicas do disco novo do Calvin Harris. Som bem legal e que demonstra que a possível tendência de um EDM mais funkeado esta se tornando realidade.

Fly - Somos Um


Um Pop Rock bem chatinho, com uma letra daquelas esquecíveis.

Nothing But Thieves - I'm Not Made By Design


A musica não é ruim, mas assim como o Royal Blood no seu mais recente lançamento não tem nada de novo nesse som é só uma repetição de outros trabalhos da banda, aquele mesmo Rock Alternativo sujão meio Stoner.

Miley Cyrus - Younger Now


Um Folk Pop bem do comum. Não incomoda, mas também não impressiona.

Ramonzin - Valei-me


Mistura bem diferente de Rap e bolero, som excelente produção impecável e uma letra no mesmo nível.

Petit Biscuit feat Mome e Isaac Delusion - Gravitation


EDM com uma cara de Indie Rock. Nada de novo, pode pular. 

Perera DJ feat. MC Livinho, Mc Davi, Mc Brinquedo e Mc Pedrinho - Os Maloca


É funk bem na média, nada de muito incrível ainda sim divertido. Aproveitando, vai tomar no cu Kevinho, aprende com Livinho como é que faz.

Chris Brown - Questions 


R&B Pop igual todos os trabalhos recentes do Chris Browm, nada que vale a pena a audição só mais um som pra encher o meio do Top 100 da Billboard e figurar nas programações das radios.

Pale Waves - Television Romance


Indi Pop Rock divertido, praticamente identico ao som do The 1975 com a diferença que o Pale Waves tem vocal feminino, se curte o som de uma das bandas sem duvida vai gostar do som da outra.

Paulo Ricardo - Anjo e Serpente


2017 e eu tendo que ouvir musica nova do Paulo Ricardo, alguém nos ajude Lazaro.

Neck Deep - In Bloom


Pop Punk bem legal de ouvir, indo em uma linha da fase mais Emo do Pop Punk.

Yandel feat. Maluma - Sólo Mía


Reggaeton padrão, quem curte provavelmente vai gostar. E tem cara que vai emplacar bem nas rádios, ainda mais com a maré de hits latinos que vem rolando esse ano.

Lil Peep feat. Lil Tracy - Awful Things 


Eu não tava esperando literalmente nada dessa musica, mas a bizarra mistura de Rap Trap e Emocore acabou funcionando bem. Não é um puta som, mas ele cumpri bem com a intenção e ainda me fez lembra umas bandas Emo que eu curto então ta valendo já.

Tayá feat. Yxng Bane - When Ur Sober


Pop bem legalzinho, a produção ta na medida e a Tayá ta muito bem nos vocais. Se continuar nessa linha, ela tem muito potencial de virar uma grande estrela Pop.

Rachel Platten - Broken Glass


Só mais uma musica motivacional da Rachel Platten, que tem exatamente o efeito contrario em mim.

ZHU & Nero - Dreams 


Essa musica veio direito da trilha sonora de um filme de ação B dos anos 80, EDM bem produzido cheio de sintetizadores.

Akon e Sam Feldt - YES


É um som bem igual um monte de outros sons do Akon, mas foda-se é uma musica do Akon em 2017 ja ta valendo.

Thomas Rhett - Grave


Mais um bom lançamento do Rhett como de costume, destaque sem duvida para a linha de guitarra dando uma cara de Country clássico indo na contra mão da pegada mais moderna que a musica apresenta.

Gucci Mane feat. Migos - I Get The Bag


Rap Trap do tipo "Copy and Paste", literalmente nada de novo.

DJ Caique e Iniquérito - MC Hemodiálise


Excelente som, bem em uma pegada Rap classico. O beat bem marcante e uma puta letra foda, dando uma belas cutucadas nos rappers atuais. 

Toulose - Hurtin


Olha só que grata surpresa essa musica Soul extremamente bem feito. A voz do vocal surpreende muito e o instrumental acerta em todas varias viradas que a musica dá. 

Evokings feat. Magga - My Way


Putz que troço chato. Em breve na sua balada EuroDance favorita. 

Weezer - Mexican Fender


Som bem animado do Weezer como de costume, aquele tipo de musica sem muita pretensão fora ser uma audição divertida. Rock Alternativo com um pé e meio no Pop Punk.

RPS Musical #17: 14/08/17

Por Vinicius Joker


RPS novo chegando, essa semana com altos e outros bem baixos. Então não vou falar mais nada, boa leitura a todos!

Fifth Harmony - Angel 


Achei mediano é bem melhor que muita coisa que o Fifth Harmony já fez, mas longe de ser um grande trabalho. É uma mistura do Pop que o grupo já costuma fazer, com um beat meio Rap Trap.

Scalene - distopia


Uns riffs maneiros, vocal na medida, groove marcando bem e uma letra bem feita. Ou seja uma boa musica como de costume vinda do Scalene.

Tribalistas - Diáspora


Uma infância traumatizada por musicas do Tribalistas. Não que falar mais nada sobre esse lançamento.

Grupo Revelação feat. Péricles - A Vida É Pedreira


Belíssima letra, vale a pena dar uma ouvida.

Marshmello feat. Khalid - Silence


Olha até que eu curti esse som, tem uma cara meio EDM genérico porque é isso que o Marshmello faz, mas a participação do Khalid salva a musica. Que talento vocal esse cara tem.

João Bosco - Onde Estiver


Não é um dos melhores trabalhos da carreira do João Bosco, mas ainda sim uma boa musica. Destaque especial para a bela letra.

Liam Gallagher - For What It's Worth


Baladinha Pop Rock igual as da época do Oasis. Que morte horrível.

Avicii feat. Sandro Cavazza - Without You


É Avincii creio que não vai ser dessa vez que você vai emplacar outro sucesso, porque essa musica não é nem boa e nem de longe tem cara de hit. Parece só uma mistura bem ruim de OneRepublic com uns beats bem genéricos de EDM.

Pavilhão 9 - Antes Durante Depois


Esse som ja é bem melhor que o anterior comentado aqui, mas ainda to sentido falta de personalidade no som.

P!nk - What About Us


Essa uma musica bem na linha do que a P!nk tem feito, um inicio mais lento no piano e um refrão explosivo. Não me agrada muito, mas quem curte P!nk é bem provável que possa curtir esse som.

Gabrielle Aplin - Waking Up Slow


O começo mais lento indo a uma linha Pop Alt bem parecido com a Lorde e Halsey eu curti bastante, ja o refrão mais Pop não achei tão legal. Ainda sim uma boa musica, vale a ouvida. 

Paulo Milkos - Todo Grande Amor


Chata igual todas as musicas recentes do Titãs.

Lika - Hoje Eu Quero Zoar


Esse som aqui na mão do João Brasil produzindo iria virar hit, mas com essa produção fraca ai meio Funk Soft meio EDM não deu boa.

Jessie J - Real Deal 


A produção dessa musica ta bem boa até, beat bem feito e tal. Mas a Jessie J não se saiu muito bem , vocal bem passável e o refrão pouco cativante. 

Sain - Dose de Adrenalina


Som legal, o beat e flow do Sain são bons e as letras não são nada de muito diferente, mas também não são ruins.

Oriente - Isso é Rap


Musica para testar o grave do som do carro, fora isso pode pular.

MC Mirella e MC Bella - Te amo piranha


Baita propaganda enganosa o nome da musica, tu vai ouvir esperando um pancadão sinistro e vem um somzinho com uma puta pegada Funk Soft.

Detonautas Roque Clube - Nossos Segredos


Se já é difícil agüentar uma musica padrão do Detonautas, imagina ouvir uma baladinha guiada pelo piano. Desafio alguém conseguir chegar até o final. 

Steve Winwood - Back in the High Life Again


Belíssima musica, construção de cada trecho dela é um capitulo a parte. Tudo na musica é incrível do instrumental a letra, trabalho impecável do Steve Winwood. Termine de ler esse quadro e escute essa musica.

Zeca Baleiro feat. Alessandra Maestrini- Que Amor é Esse


Tribalistas, Detonautas e Zeca Baleiro na mesma playlist. Meu psicológico foi pro caralho.

Queens of the Stone Age - The Evil Has Landed


O lançamento anterior foi um pouco melhor, mas essa aqui ta longe de ser inferior. Excelente musica destaque pra linha de baixo aparecendo muito bem. Depois desses dois lançamentos, não tem como não ficar muito empolgado para esse próximo disco do QOTSA.

CRÍTICA | Planeta dos Macacos: A Guerra (2017) (Sem Spoilers)


É notável que, apesar de se chamar Planeta dos Macacos – A Guerra, este é o filme mais contido da trilogia. O Desenvolvimento dos personagens em meio ao holocausto da guerra, é o que move o longa para uma conclusão perfeita para a série iniciada em 2011.

Andy Serkis vive novamente Cesar, desta vez em confronto direto com o exercito americano, liderado por um coronel impiedoso, interpretado por Woody Harrelson. A figura de Harrelson remete diretamente ao seu personagem em Assassinos por Natureza (1999). Claro que guardadas as devidas proporções na comparação, mas com seu ar sádico, temos ao inicio do filme ele sendo o que a trilogia ainda não havia tido: um vilão central.


Seus atos influenciam diretamente a César, que entra em conflito consigo mesmo. Se no segundo filme o herói dos símios parecia ter sua opinião formada sobre os humanos, aqui ele volta a se questionar se realmente poderá haver paz entra as duas espécies. E se não existem grandes batalhas durante o longa, o roteiro mostra que o holocausto da guerra afeta até os mais sábios.

E se o filme original, lançado lá em 1968, fazia criticas acidas a natureza humana da guerra, esse terceiro filme retoma isso e é muito assertivo. Donald Trump no poder dos EUA tem aberto muitas discussões sobre seus métodos questionáveis, e em certos momentos ficam claras as referencias diretas a elas e ao lado ruim do espirito “patriota” americano (reparem na expressão de César ao ouvir o hino americano sendo tocado para o exercito de soltados).


Devemos levar em consideração também as referencias diretas aos longas originais. O roteiro traz nomes de personagens clássicos e cenários dos filmes anteriores com naturalidade, sem soar como simples “fan-services”. Tudo isso acompanho de um trabalho de efeitos especiais que deixam no passado o visual do Planeta dos Macacos – A Origem (2011), que deixava muito a desejar. 

Michael Giacchino surpreende com uma trilha contida, que acompanha os acontecimentos das cenas sem precisar traduzir os sentimentos que elas devem provocar. E falando em pontualidade, Steve Zahn interpreta um macaco que fica responsável pelo alivio cômico do filme. O humor que o personagem trás se mostra necessário para não nos afundarmos apenas na melancolia, ao mesmo tempo que não nos tira do peso das tragédias.


Fechando o arco do belo e complexo personagem Cesar (figura messiânica, que chega ao ponto de ser literalmente crucificado neste filme), Planeta dos Macacos – A Guerra é um dos melhores exemplares da sétima arte do ano de 2017. Ele entra para a lista de melhores fechamentos para trilogias e faz jus ao que de melhor o universo criado em 68 trouxe para o cinema.

RPS Musical #16: 07/08/17



Olha ai o RPS ta no ar, essa semana até com bastante coisa interessante. Então boa leitura a todos.

Camila Cabello feat. Quavo - OMG


O beat da musica é bom, a Camila ta cantando em uma pegada meio Rihanna que acabou funcionando bem na musica. A participação do Quavo é pouco inspirada como de costume nas 3000 participações que ele tem feito atualmente, o refrão meio repetitivo acabou dando uma cansada la para o meio da musica, mas no geral é uma musica ok. 

Oriente feat. Criolo - Oriente-se


O beat com o grave pesadão ta excelente, o resto ta bem na média. Vale à pena dar uma ouvida.

Imaginasamba feat. Simone & Simaria - Fica


Não fica.

Jordan Rakei - Nerve


Um Jazz Popzinho bem agradável de ouvir, nada muito mais que isso.

Juicy J feat. Offset - Flood Watch 


Excelente lançamento do Juicy J, destaque para o beat que vai muito em uma linha Three 6 Mafia. 

Brett Eldredge - Not Stopping You


O Brett já teve sons melhores, mas ainda sim é uma boa musica. Country mais lentinho acompanhado da potente e grave voz do cantor.

Daya Luz - Depois Não Chora


Depois? To chorando agora. 

Heavy Baile feat. Tati Zaqui e Leonardo Justi - Catuaba


Os vocais não ajudam muito, mas a produção do Hevy Baile carrega bem a musica.

G-Eazy - Nothing Wrong 


Sem duvida o melhor som do G-Eazy que eu ja ouvi, bem diferente de todos os hits que o Rapper emplacou. Rap simples sem elementos Pop pra emplacar no radio, sem participações que pouco contribuem, só o G-Eazy rimando em cima de um bom beat.

Elza Soares & Pitty - Na Pele 


A parceria das duas cantoras não deu uma química tão boa, mas ainda sim é uma boa musica o instrumental e a letras seguraram. 

Natiruts - Na Positiva


Esse som ta bem em uma vibe Frejat, o que deixa tudo mais complexo de apreciar.

Vanessa Da Mata feat. Baiana System - Gente Feliz


Eu gosto muito do som do Baiana System, já o da Vanessa Da Mata nunca me desceu muito bem. Então essa musica acabou sendo bem meio termo pra mim, tendo altos e baixos.

Ivete Sangalo feat. Wesley Safadão - À Vontade


Musica bem fraca, instrumental mega chato e uma letra cheia de versos aleatórios. 

Lucas Lucco feat. Mc Lan - Tic Tac


O beat e as partes do Mc Lan tão bem funk pesadão, agora o Lucas Lucco com esse vocal chatissimo de Funknejo atrapalhou bastante o resultado final. 

Claudia Leitte - Baldin de Gelo


Claudia Leitte fazendo Reggaeton era tudo que eu não precisava ouvir, se essa aqui é a musica que iria colocar ela no mercado americano posso dizer que é melhor a gente colocar as fichas na Anitta mesmo.

Os Paralamas do Sucesso - Não Posso Mais


Realmente não to entendendo o Paralamas lançar musicas novas, sendo que elas são idênticas as antigas só que com letras e instrumentais bem inferiores. Totalmente passável essa.

A$AP Rwelvyy feat. A$AP Ferg - Hop Out


Trap do mais genérico. Letra, Beat e Flow idêntico de varias outras musicas. 

Far from Alaska - Flamingo


Som muito foda, excelente trabalho da banda. A musica tem vários elementos do rock dos anos 90 umas linhas de guitarra e baixo que lembram Rage Agains the Machine e um pouco o Faith No More também, alem do Stoner sujão que ja era característica da banda.

R3HAB feat Felix Cartal - Killing Time


Killing My Time 

Rashid feat. Ellen Oléria - Se Tudo Der Errado Amanhã


Caralho, mais um excelente trabalho do Rashid. Letra impecável, beat muito bom e o flow característico do Rashid. A participação da Ellen Oléria no refrão deu um toque extra de qualidade na musica.

CRÍTICA | Dunkirk (2017): O Homem contra um inimigo sem rosto (Sem Spoilers).


A região portuária de Dunkirk (Dunquerque no português) foi a região aonde 300 mil homens ficaram encurralados entre o exército alemão e o mar. Em maio de 1940 a vida desses homens foi o alvo dos ataques e dos esforços de duas forças uma para salvar e a outra para destruir, um espaço de tempo aonde a sobrevivência era tudo o que importava. 

O novo filme dirigido e escrito por Christopher Nolan (trilogia Batman, O Grande Truque, etc) foca em um aspecto da vida humana que, apesar de corriqueiro, é ressaltado em tempos de grande crise como uma guerra, sendo esse aspecto o da sobrevivência. Por muitas vezes essa pode ser desonrosa, suja, desesperadora; a sobrevivência pode parecer até sem proposito frente a tamanhos obstáculos.

É nesse ponto que Nolan e sua equipe nos coloca com esse novo filme de duas horas (até curto levando pelos últimos filmes do diretor inglês). A câmera de Hoyte Van Hoytema nos coloca exatamente aonde estão os personagens, um subjetivismo impressionantemente plástico e igualmente visceral, mesmo sem todo o aspecto gráfico que temos em outros filmes como Resgate do Soldado Ryan e Corações de Ferro. Os planos são belamente pensados para trazer o máximo de sensações possíveis ao expectador, manipulando os ângulos e enquadramentos, num belo uso do cenário e dos objetos para criar perspectiva e percepção de tempo.


Para manipular tudo para que se torne possível o aproveitamento máximo dessas sensações, o filme é dividido em três perspectivas: A visão dos soldados encurralados, a visão dos marinheiros civis que se voluntariaram e a visão dos pilotos de avião, sendo que essas três perspectivas se passam em períodos de tempo diferentes, mexendo também com a nossa percepção de tempo e a nossa visão. O piloto vê e ouve na distância aquilo que vimos minutos antes (ou depois) acontecer bem na nossa cara. A tensão aumenta ou diminui conforme sua proximidade da situação e em nenhum momento o filme nos permite tomar distância como observador. Se não é a explosão que nos amedrontar por vir de longe, é a artilharia no encalço ou os problemas que surgem de um resgate. 

Perceba que até agora, mesmo falando do filme ainda não citei nenhum dos personagens em especifico. A verdade é que os personagens são pouquíssimos explorados como indivíduos ou personalidades fortes de fato. Entendemos ali como cada um se encaixa naquela situação em especifico e vemos suas reações durante cada desventura, porém não sabemos quase nada do que veio antes ou depois, o que deixa os personagens um tanto rasos e, não fosse a proximidade que temos da situação, seriam um tanto desinteressantes. Particularmente a escolha de abandonar totalmente esse desenvolvimento não me agrada, tanto que, sem uma pesquisa rápida no IMDB o nome de nenhum personagem me salta a cabeça. 


Mesmo sendo uma escolha controversa, ela funciona na proposta apresentada pelo filme assim que o mesmo deu início: mostrar todas aquelas peças sendo movidas no tabuleiro contra um inimigo impessoal e implacável. 

A cena que abre o filme não nos mostra o rosto de quem nos ataca, somente ouvimos e vemos as balas atingindo seus alvos. Os inimigos são as balas, as bombas, as armas que surgem no quadro sem um rosto apoiado ou uma mão no gatilho. É a luta do homem para sobreviver frente ao desconhecido, ao apático. Alguns filmes de guerra (inclusive os supracitados) tiveram como uma de suas facetas humanizar o inimigo, mostrando que este lado da guerra não está mais certo que aquele. Dunkirk não busca isso nem de longe. Não são pensados os porquês da guerra nem os custos, não se investigam os sacrifícios no fronte em contraponto aos governantes que discutem a vida de milhares como se fossem números numa folha de papel. 

Em um dos momentos silenciosos do filme, três dos soldados sobreviventes até aquele ponto veem um homem entrar no mar, tirar seus aparatos e mergulhar contra a maré que subia. No começo do filme o texto diz que é necessário um milagre, o mesmo milagre necessário para um só homem vencer a maré incontrolável. Seja o mar, a morte, os alemães, o desespero, qualquer qualidade de rosto ignoto, são aqui o alvo da metáfora que permeia o filme todo. Outro ponto que é salientado aqui, inclusive no exemplo que usei antes, é que um homem não pode enfrentar a maré, mas o coletivo lutando junto pode sim conseguir tal milagre. Pelo menos pode tentar.


Todas essas cenas são pontuadas no tempo certo com a trilha de Hanz Zimmer, está que não possui um tema central tão marcante quanto vemos num “Piratas do Caribe” por exemplo, mas que casa bem com a proposta do filme. Assim como a maior parte dos aspectos aqui apresentados, sejam eles diluídos ou potencializados, todos são manuseados para que beneficiem as sensações daqueles sentados no cinema, goste ele ou não. 

Dessa forma podemos perceber certas características do diretor, este que é um tópico de debates sempre que seu nome vem à tona, se potencializaram em detrimento de outras que, sinceramente, me fazem falta em alguns momentos. Uma coisa que irrita bastante é a necessidade que vemos de jogar na cara coisas que poderiam muito bem ser deixadas sem um comentário propriamente dito. Soldados se tornando filósofos em situações de desespero e a mesma característica do mar sendo repetidas em duas cenas seguidas me deixaram com a sensação de ser um idiota (não que eu não seja). 

Só para não deixar de fora, o filme conta com um elenco composto por nomes como Mark Rylance, Tom Hardy, Kenneth Branagh, Harry Styles, Billy Howle, entre outros. O filme infelizmente não possui nenhum personagem feminino de destaque, assim como possui uma gama étnica monocromática de personagens. Presta atenção Nolan!


Por fim, pode-se concluir que Dunkirk é um filme extremamente bem executado e que traz uma experiência cinematográfica e sensorial espetacular. Para aqueles que forem assistir dublado, assim como eu, vão encontrar boas vozes para cada personagem ali apresentado. Caso seu bolso e localidade lhe permitam, recomendo assistir em IMAX pois tal recurso deve intensificar por mil a sua reação ao filme. 

Mesmo em meio a tal furacão mundano podemos ver uma ponta de esperança, num filme que mostra que, em meio ao fogo e ao ódio, o esforço do homem comum ainda pode ser o suficiente para quebrar as ondas, bater a maré e deixar Dunkirk, seja lá o que ela for.

RPS Musical #15: 30/07/17

POR VINICIUS JOKER



=
Mais uma edição do RPS ai, vamos direto pras reviews que eu to sem saco pra introdução. Boa leitura!

Mick Jagger - Gotta Get A Grip


Jagger apresentou nessa musica uma mistura do Blues Rock característico do Rolling Stones misturando com uns elementos eletrônicos, a combinação não ficou ruim é uma musica que da pra ouvir tranquilamente, mas ao mesmo tempo não existe nada de muito destacável nesse som.

Karol Conká - Bate a Poeira Parte II


O começou parecia que vinha algo meio EDM genérico, mas depois virou um som bem legal na linha dos trabalhos da Karol, ta ai uma boa musica. 

Stereophonics - All In One Night


Quase dormi.

Scalene - cartão postal


Eu gosto de Scalene, mas essa aqui não fui muito com a cara não, parece que não acaba nunca.

Macklemore Feat. Lil Yatchy - Marmalade


Por mais que eu goste do Macklemore esse som aqui não desceu, beat bem chatinho, a letra é fraquinha e a participação do Yatchy não ajuda muito.

Chico Buarque - Tua Cantiga


Bom é Chico você deve imaginar o que vem né. Ótima musica, com uma melodia bem cativante. 

POLLO feat Mc Pedrinho - Fim de Semana na Quebrada


POLLO fazendo Trap não né pai.

Paulo Miklos - Vou Te Encontrar


Consegue ser pior que as musicas mais novas do Titas.

Julia Michaels - Uh Huh


Como eu ja disse em uma outra edição eu acho a Julia Michaels uma cantora com muito potencial, só que mais uma vez não foi dessa vez que ela lançou algo condizente do potencial dela. Musica bem chatinha, refrão repete de forma que chega a ficar irritante. 

MC Bin Laden - Tototo


Em comparação aos lançamentos recentes do Bin Laden esse som novo ta bem melhor, creio que pela produção que ta muito boa.

1Kilo - Duro Igual Concreto


Duro igual ouvir essa musica até o final.

The Killers - Run For Cover


Tem bem a cara do The Killers essa musica nada de novo. Eu gostei, mas entendo totalmente quem não gostar.

Projota - A Milenar Arte de Meter o Louco


Esse som é bem melhor que as musicas padrões do Projota que parecem feitas para comercial de loja de departamento, ainda sim não foi das coisas que mais me agradou. Rola umas forçadas nas rimas pra encaixar umas referencias diferentes que não caiu bem.

MC Hollywood - Por Favor 1 Minuto de Atenção 


A musica começa com "1 Minuto de Atenção de todas as novinhas”, depois disso não precisa mais de nada que ja é jogo ganho.

Alok feat. Matheus e Kuan - Villamix


Tentando esquecer que ouvi essa musica, porque sertanejo universitário com cara de Summer House não dá não. Já to vendo que a próxima vai ser um Funk EDM com Alok e Dennis DJ.

Oriente - R.A.P.


É uma mistura de Pavilhão 9, Planet Hemp e Rage Against the Machine que não virou muito.

Charli XCX - Boys


O beat misturando Pop Alt com Rap é até que bem legal, mas tem alguma coisa no vocal da Charli que sempre me incomoda.

Dimitri Vegas & Like Mike feat David Guetta e Kiiara - Complicated


Mais um EDM genérico da escola David Guetta, dessa vez inclusive com a participação o próprio.

Bruna Pinheiro - Conversa pra Boi Dormir


Musica pra boi chorar.

Whipallas - Need a Hand


Olha um Rock Alternativo com uns elementos de Funk Music e Reggae na medida. Destaque a parte para as linhas de guitarras, que tão dando um show.

Kesha – Learn To Let Go


Olha ai mais um som da Kesha, dessa vez a cantora resolveu investir em uma pegada mais Synthpop que lembra certas musicas da Carly Rae Jepsen. No geral a musica é mais fraca que as anteriores, mas ainda tem alguma qualidade.