Últimas Publicações

CRÍTICA | Castlevania - Netflix: 1ª Temporada


Eu não sou nem de longe um entendedor de Castlevania, meu conhecimento da história nunca passou de saber duas coisas: o nome do protagonista e o fato de que eu deveria matar o Drácula. E assim eu joguei Castlevania no Snes, no PS1 e no DS do meu tio, sem finalizar nenhum, mas sempre me divertindo imensamente com o processo.

Eis a minha surpresa quando, em uma de suas Newsletters Warren Ellis anuncia que está escrevendo o roteiro para uma animação desta série de jogos que será produzida pelo Netflix, a plataforma de streaming padrão de muita gente. Bom, eu assisti e depois eu reassisti porque uma temporada de série que dura menos que 3 horas é algo impressionante.

Impressionante nem sempre quer dizer bom, nem quer dizer ruim também.


Este projeto está em "desenvolvimento" desde 2007, quando o famoso autor de quadrinhos entregou seu primeiro rascunho para uma animação baseada em Castlevania III: Dracula's Curse. Contudo, muita coisa pode mudar em 10 anos, tanto na vida de alguém como nos projetos da mesma. Tendo isso em mente, vamos ver no que deu. 

A série começa nos apresentando à Lisa, uma cientista envolta em um mundo religioso que busca se desvencilhar das amarras de sua época e realmente ajudar as pessoas através de remédios e invenções. Para tal ela vai atrás da ajuda do já conhecido Drácula, o vampiro mais famoso que, na série, se encontra recluso dentro de seu castelo e, segundo a cientista, possui conhecimento secreto. Nos primeiros segundos já percebemos que Lisa é diferente dos outros habitantes de sua época, fato também notado pelo vampiro, já que ela não o trata como um monstro, mas sim como alguém cuja humanidade deve ser respeitada e dada de volta.

Infelizmente, eram tempos cruéis, ciência era bruxaria e, como uma bruxa, Lisa é queimada nas fogueiras da Igreja católica, fato que desencadeia a fúria de Drácula através das terras de Wallachia em um banho de sangue e ódio, a punição de um monstro que teve seu último traço de humanidade, sua esposa, tirado de si.


Nesse interim de destruição e desgraça somos apresentados a Trevos Belmont, um membro da reclusa família Belmont, uma famosa linhagem da região que a muito abandonou seu dever hereditário: caçar vampiros e criaturas sobrenaturais. O personagem começa como um bêbado fanfarrão e vai se desenvolvendo conforme a série caminha, adquirindo responsabilidades.

Alguns outros elementos também são importantes para o desenvolvimento da série como o Clã dos Speakers, devotos a tradição oral que vivem como nômades para ajudar aqueles que precisam. Também temos uma forte participação do clero, sendo O Bispo a personagem que melhor representa uma igreja maligna e interesseira que, em nome de Deus, toma atitudes que alimentam seu próprio ego e interesses escusos.

Esse é o cenário, caro leitor, que você encontrará nesta curta jornada. Passando isso, vamos a minha opinião.

A série, apesar de curta, não perde muito de seu desenvolvimento. É fácil entender o que cada personagem quer e os fortes traços de personalidade que os definem, sem uma grande profundidade, mas se afastando também de um nível que trouxesse à tona o desinteresse. A escrita de Warren Ellis (Transmetropolitan, Planetary, The Wild Storm, Normal) vem enxuta nos diálogos, condensando informações importantes e desenvolvimento de personagem em conversas que ficam no intermédio entre o expositivo e a ação necessária. Particularmente, isso não me incomoda, sendo um experimento que o autor tem feito também em alguns de seus quadrinhos.


A animação é viva em cenas de ação, aonde a violência é visceral e escrachada e os movimentos são bem claros e fluidos, apesar da série ser permeada de escuras sombras e cenários um tanto estáticos. Fora das cenas de luta a animação não chega a ser de má qualidade, como podemos ver em algumas animações da DC Comics (to falando de Piada Mortal), porém não contem uma qualidade incrível de encher os olhos. Em suma, a animação serve bem o seu propósito, sendo esta uma série baseada na ação, assim como o jogo que a inspirou.

A trilha sonora não me chamou atenção, diferente do jogo, que tinha músicas extremamente marcantes e viciantes. Talvez está falha seja minha em não capturar alguma referência feita nas trilhas, mesmo assim não me agradou, parece mais God of War que Castlevania.

Por fim, é uma série extremamente divertida que traz temas interessantes de uma maneira rápida e muito legal. Algumas discussões caras ao Ellis podem ser vistas durante os episódios como essas questões envolvendo ciência e a mistificação da ciência. Os personagens são carismáticos e as cenas de luta são boas e violentas. Com uma segunda temporada já confirmada e um personagem que, para mim, foi uma grata surpresa ao ser introduzido no final, podemos esperar uma outra boa dose diversão, assim que o Netflix resolver que é hora. 

RPS Musical #13: 16/07/17


Começando mais um RPS, vamos logo pra reviews, porque to sem idéia de introdução.

Selena Gomez feat. Gucci Mane - Fetish


Pop radio bem na linha que a Selena Gomez costuma fazer, nada de especial. 

French Montana feat. The Weeknd e Max B - A Lie


O beat é bem fraquinho, mas a musica em si nem tanto. A participação do The Weeknd da uma salvada. 

Fernando & Sorocaba feat. Nego do Borel - Menina Pipoco


Tem Reggaeton, tem Funknejo, tem Funk Soft, tem EDM genérico. Ou seja existe pontadas no rim mais agradáveis que essa musica. 

Prophets of Rage - Living On The 110


Musica bem legal, nada muito a se destacar, mas o instrumental de Tom Morello e companhia sempre é legal de ouvir.

Kesha - Woman


Essa é uma musica de altos e baixos, tem partes realmente boas quando Kesha solta mais a voz, mas também tem partes que ficam só um Pop bem genérico.

Thomas Dybdahl - Like Bonnie & CLyde


Indie Folk bem legal, a crescente que a musica vai tomando com novos elementos se adicionando deu uma cara bem diferente para a musica.

Projota feat. Anavitoria - Linda 


Aqueles sons romantiquinhos do Projota para tocar em loja de departamento no Dia dos Namorados. 

Nine Inch Nails - Less Than


Musica bem com a cara da banda, cheio de sintetizadores e aquela pegada dançante, mas bad vibe ao mesmo tempo. Vamos vê o que vem por ai com esses 3 EP's que a banda vai lançar. 

Lana Del Rey feat. A$AP Rocky e Playboi Carti - Summer Bummer


Desculpa ai quem gosta, mas eu acho tudo da Lana Del Rey bem chato. 

Oh Wonder - Heavy


Synthpop bem gostosinho de ouvir, pra quem curte o estilo provavelmente vai gostar desse som.

Paula Fernandes - Traidor


Reggaeton de baixa qualidade da semana feito por um artista que não é de Reggaeton.

Arcade Fire - Eletric Blue


Das musicas novas do Arcade Fire essa aqui eu achei a mais fraquinha, mas ainda sim tenho gostado dessa fase nova da banda indo a uma linha meio disco dance.

Demi Lovato - Sorry Not Sorry


Nada de especial, mas diverte ao menos. 

O Trago - A Ponte


Instrumental legal, umas melodias boas, letra minimamente interessante. Acho valido dar uma conferida nesse som.

Naira Azevedo & MC Kevinho - Mentalmente


Nem vou entrar em méritos da musica, porque esse cidadão que copia o Livinho não merece. Mas tenho uma duvida, por que diabos eles tão cantando com voz anasalada? 

Os Paralamas Do Sucesso - Sinais do Sim


Bem fraquinha, deve ter pelo menos uma meia dúzia de musicas do Paralamas igual essa.

Ty Dolla $ign feat. Lil Wayne e The-Dream


Aquela música R&B com a participação de um rapper, que tem milhões iguais ai. Tenho certeza que enquanto musicas como essa forem feitas, os programas de musica Pop no meio da tarde de rádios FM continuaram a existir. 

Ego Kill Talent - My Own Deceiver


Aquele Hard Rock moderno idêntico a outros milhares de exemplos. Ja ouviu Shinedown ou Egypt Central então já ouviu essa. 

Letrux - Ninguém Perguntou por Você


Aquelas musicas com letras que tentam ser despojadas e moderninhas. Mas só são muito chatas.

Jack Johnson - My Mind is For Sale


Lembra do Jack Johnson cantando aquela musica junto com o macaquinho George, então essa aqui é idêntica.

Kid Rock - Po-Dunk


Na duvida o que é pior ver o Kid Rock cantar ou dar entrevista. Que musica terrivel de ruim, um porrada de ripoff de outras musica envolto do pouco talento vocal do Kid Rock. 

E-Cologyk feat. Solano - Agora


Highlight da musica "Senta na minha boca".

Neck Deep - Motion Sickness


Neck Deep é um dos grandes nomes atuais do Pop Punk e essa musica nova é uma prova disso, você vai encontrar nessa musica todos os elementos que fazem uma boa musica de Pop Punk. Excelente lançamento.

Coldplay feat. Big Sean - Miracles


Essa era a ultima musica do EP novo do Coldplay que faltava ser lançado, mas ao contrario das musicas anteriores comentadas essa aqui é bem mais na linha Pop que a banda vem tomando nos últimos anos. Apesar de eu não ter achado tão terrível, o riff de guitarra até que é bom e a participação do Big Sean deu uma mão.

Doctor Who | Jodie Whittaker é a primeira Doutora e isso não é problema!


A série Doctor Who ganhou muita repercussão neste domingo (16) após anunciar a escolha da primeira mulher a interpretar o personagem, a atriz Jodie Whittaker. O frenesi foi grande para muitos fãs, uns aceitando a ideia e outros odiando. Mas a verdade é que a série fala sobre diversidade a muito tempo, e quem de fato acompanha sabe muito bem disso.

RPS Musical #12: 10/07/17


Bom ta ai meus queridos mais uma edição do RPS, hoje vamo de introdução rapida porque eu to sem idéa. Aproveite as Reviews.

Zedd feat Liam Payne - Get Low


É um EDM bem generico, com a diferença que o Liam Payne ta tendo desesperadamente emular o Justin Timbarlake.

Urban Cone - Pumping Up Clounds.


Indie Rock alegrinho igual muitos outros. Se curte essa pegada talvez vale a pena ouvir. 

Dizee Rascal - Wot U Gonna Do?


Mais uma semana e mais um Grime. E como ja é de esperar um otimo som, beat bem diferente me lembrou alguns de Horrorcore. 

João Guilherme - Olha Quem Voltou


Quem voltou eu não sei, mas eu sei quem ta indo embora depois dessa musica. 

Jennifer Lopez feat Gente De Zona - Ni Tú Ni Yo


Tenho certeza que sempre que eu escuto uma musica da Jennifer Lopez, uma pequena parte mim morre.

Heavy Baile - C.E.O.N.


Aprende com essa Dennis DJ, é assim que faz Funk moderno sem perder a essencia. Letra sinistra, e o beat com o tamborzão pegado bem na linha Furacão 2000 misturado com uns efeitos de EDM moderno ficou do caralho.

Mahmundi - Imagem


O beat bem Techno europeu dos anos 80 é legal, mas o vocal não encaixou bem e atrapalhou o resultado final.

Coldplay - A L I E N S


Ok, eu não gosto Coldplay e acho que nunca vou gostar, mas assim como a ultima musica revizada deles aqui esse novo lançamento é mais ummelhor que os lançamentos da banda nos ultimos ano. Tenho impressão que quem curte a fase mais antiga da banda vai gostar dessa.

Gold/Shade feat. Neenah - Little Lies


Musica para comercial de modelo novo de celular da Samsung.

Cash Cash feat. Conor Maynard - All My Love


All My Hate

Matheus Queiroz feat. Luccas Carlos – Cartas


Trapzeira bem da generica. Os caras não se esforçam nem pra dar uma cara diferente pro beat.

OneRepublic - No Vacancy


O OneRepublic realmente não sabe mais o que querem da vida, cada musica dos caras é uma coisa totalmente diferente e sempre ruim. Essa aqui tão quase mandando um Reggaeton. 

MC MM - Desce Tequila


A letra é bem a pegada boa do Funk, mas o beat é muito ruim.

Lucas & Steve feat. Mike William e Curbi - Let's Go


Em breve na intro daquele canal de Minecraft.

Capital Cities - Swiming Pool Summer


O som é legal, mas é identico a tudo que o Capital Cities ja fez.

French Montana feat Pharel Williams - Bring Dem Things


Rap bem legal o Montana ta muito bem nessa musica, sem duvida uma das melhores faixas que o rapper já lançou. Participação do Pharel otima como de costume.

Jet & The Bloody Beetroots - My Name Is Thunder


Jet é uma daquelas bandas que copia descaradamente o AC/DC, se isso por si só ja não fosse uma merda, essa musica ainda tem uns efeitos meio EDM devido a participação do The Bloody Beetroots o que só piora o resultado final.

Zalon - Eric


Excelente musica, R&B com elementos de Soul na medida. Arranjo do instrumental ta excelente, com destaque para bateria tomando conta da musica, sem contar é claro o trabalho vocal impecavel do Zalon. 

Henrique e Juliano - De Trás pra Frente


A musica começa com "Nem todo erro é errado". Encerro minha review por aqui.

Kesha - Praying


É uma baladinha ok. Não é muito minha vibe, mas acho que pode agradar bastate gente. Sem duvida é o melhor trabalho da carreira da cantora e provavel o primeiro que realmente deu pra ouvir a voz dala sem aquele monte de autotune.

ANÁLISE | Homem Aranha: De Volta ao Lar (2017)

A Analise contém SPOILERS



“Um filme de Peter Parker”

Essa, que é a frase representada no inicio do filme é um resumo de Homem Aranha: De Volta ao Lar (2017). Um filme que trás o personagem a sua síntese dos quadrinhos do começo ao fim. E quando começa, já representa isso usando o tema clássico do herói na abertura da Marvel Studios.

Se em Homem Aranha 2 (2004), Sam Raimi foi mais afundo em como a vida de herói influencia na vida normal de Peter, em De volta ao lar temos isso mais aprofundado. Toda a ambientação da escola e do relacionamento do personagem com seus colegas é um prato cheio para quem quer se aprofundar no personagem. Finalmente temos um roteirista que sabe representar a adolescência dele (e que provavelmente aprendeu muito vendo Clube dos Cinco e outros filmes do mestre John Hughes, que tem uma pequena homenagem a sua obra na cena em que vemos uma TV passando Curtindo a Vida Adoidado). Já sobre O Espetacular Homem Aranha, lançado em 2012, não podemos dizer o mesmo do Peter aborrecente. 


Tom Roland confere a Peter um carisma nato, já demonstrado em Capitão América: Guerra Civil (2016). A diferença é que desta vez o protagonismo estava a cargo do garoto e ele se sai muito bem. E o já velho de guerra Michael Keaton encara Adrian, o Abutre, com a vilania necessária para o filme. E ao estilo “os fins justificam os meios”, o motivo dele fazer o que faz é mais que justo. Nisso, a principal ameaça que o vilão trás é atrapalhar a vida de Peter, e o apse disso é quando descobrimos que ele é pai de Liz Allen. 

Talvez seja necessária uma certa suspensão se descrença para encarar a história de: “o pai da sua namorada é seu maior inimigo”. Mas quando temos a revelação, tivemos tão poucos indícios disso que somos surpreendidos. (reparem que, quando Adrian, Peter e Liz estão parados no sinal, exatamente quando Adrian diz a frase que serve como uma confirmação de que ele descobriu quem Peter é, o sinal verde é refletido em seu rosto, da mesma maneira que a mascara do vilão). 

E se Peter já havia passado por varias situações que o privaram de viver uma vida normal, essa é a confirmação de que com Liz ele não poderia ter nada. E ótima decisão retirar a cena do beijo dos dois, que foi divulgada nos trailers, mas aqui não está presente. Isso reforça a privação que citei. Sem contar a cena em que, logo depois que Peter acaba de conversar com Adrian e entra na festa, o local é todo desfocado, representando o distanciamento de um momento que deveria ser de felicidade.


Alias, não faltam situações que seriam obvias para o personagem e que não foram representadas em nenhum filme até aqui. Como quando peter está a céu aberto e não tem no que jogar uma teia. Ou quando ele está no topo do monumento de Washington e está com medo da altura. E quando os truques do uniforme começam a se tornarem um “Deus ex machina”, ele é retirado, o que é um alivio, pois todos os gadgets facilitariam demais as resoluções da história.

Felizmente a participação de Tony Stark (Robert Downey JR) é bem modesta, pois jamais confiaríamos em Peter como herói se ele precisasse sempre da ajuda de Stark. A referencia ao quadrinhos, com Peter levantando destroços do galpão é usada não apenas como menção, mas como uma representação de independência do herói. 

A trilha de Michael Giacchino é bem modesta e aqui ele se saiu bem melhor do que sua estreia na Marvel Studios com Doutor Estranho (2016). O mérito mesmo fica para a escolha de outras musicas, como Blitzkrieg Bop do Ramones (não atoa. Afinal, a banda tornou sua versão do tema clássico do herói um ícone).


Se Mulher Maravilha (Crítica Aqui) é um filme que representa muito do que a DC é nos quadrinhos, Homem Aranha representa muito do que a Marvel é, principalmente a essência do dito “amigão da vizinhança” no universo da editora. Esse, sem duvida é o maior mérito que esse filme tem. E o maior presente aos fãs do herói.

PS. Já estava mais do que na hora que uma cena pós créditos fizesse uma auto sátira ao conceito. Valeu capitão!


UP - Altas Aventuras (2009): velhice, solidão, e felicidade


A Pixar é um estúdio que alcança êxito na maioria de suas animações. Logo em sua primeira, nos apresentou o universo dos brinquedos de Toy Story (1995), seu maior sucesso até hoje. Em outras oportunidades, mostrou-nos a vida dos insetos, peixes, Super Heróis e no ano de 2009 a vida de um simples senhor de idade que, ao perder a esposa, resolve viver seu sonho de criança.

UP – Altas Aventuras (2009) trata de temas que a principio não se relacionam com uma animação destinada a crianças. Seu personagem principal, Carl Fredricksen, enfrenta uma fase difícil da vida: A velhice, acompanhada da perda de sua esposa, Ellie . O filme começa mostrando como os dois se conheceram ainda crianças e tiveram uma longa vida juntos. Ainda neste meio tempo, houve o desejo de terem um filho, que é ofuscado pela esterilidade de Ellie (um tema delicado, mas mostrado de maneira sutil). 


Com a morte dela, Carl se vê sozinho e prestes a ser levado a um asilo, e a cena que melhor representa isso é quando um construtor quase destrói a caixa de correios com a assinatura de Ellie. Quando Carl briga para guarda-la e acaba aceitando o construtor que é ferido. Sem amenização, o personagem sangra e a reação das pessoas em julgamento a Carl o assusta. Isso não é nada diferente do que muitos idosos vivem diariamente. Por serem considerados velhos demais para terem atitudes próprias, são oprimidos sem compreensão.

Sendo vendedor de Balões, Carl resolve fugir com sua casa os utilizando, em um momento que se tornou um dos mais marcantes da história da Pixar. Ele só não sabia que o jovem Russell estava lá, este que o vai acompanhar durante a história, onde encontram pássaros raros e cachorros falantes. Tudo muito ficcional, mas sem tirar o peso dos momentos dramáticos.


O próprio Russell também serve como parâmetro para esses momentos. O Garoto sofre com a ausência do pai, e sem transformar isso em um melodrama clichê, o filme trabalha a relação dos dois personagens, que encontram na amizade um do outro respostas a esses problemas. Alias, a cena em que Russell diz a Carl sobre sua relação com o pai é precisa, pois não se atem a grandes explicações sobre a situação, e mesmo assim entendemos.

É claro que nem só das tristezas da vida o filme se faz. Essa identificação dos dois torna a de Carl e Russell ao final, muito compreensivel. E quando o próprio Carl compreende isso, ele também descobre que para Ellie, ele foi sua grande aventura. Tanto que o filme não se esquece de deixar claro que ela foi feliz ao lado dele. Afinal, não existe só drama ou comédia em nossa vida. Ela feita de um pouco de tudo e até mesmo uma simples animação pode mostrar isso.


Mesmo que a preferencia seja sempre ao trabalho original, recomendo a versão dublada do filme, que trás Chico Anysio como a voz de Carl. Se existe o preconceito as animações sobre o quão infantilizadas elas são, não podemos dizer isso de filmes como UP. Por trás da simples aventura existem temas de identificação para todos os públicos. Não atoa o estúdio é tão bem sucedido na maioria de seus trabalhos.

RPS Musical #11: 03/07/17



Fala meus bons vivants, olha ai mais uma edição do RPS começando. E como de costume mais uma semana bem morna de lançamentos, verão americano começou bem morno. Mas vamos logo as reviews.

Future feat. Chris Brown - PIE


O Future até costuma ter uma mão boa para escolher os beats de suas musicas, mas também para por ai. Porque de resto o Future não se destaca de verdade em nada.

Hunter Hayes - Rescue


Da para ouvir de boa, mas tem countrys nessa linha mais Pop bem melhores.

Jade Baraldo - Brasa


Nada de muito impressionante, mas é um Pop Alt legal até. 

LANY - Super Far


Musica sem grande destaque, se você curte Indie Rock indo para um vertente mais pop talvez goste se não nem precisa ouvir.

Bugzy Malone - Bruce Wayne


Olha ai mais um musico do movimento Grime aparecendo, pra mostra que o movimento ta vindo com força mesmo. Excelente trabalho do Malone, destaque para o flow frenético.

Astrid S - Such A Boy


Aquele Pop bem radiozera, bom para trilha de transição de vídeo de canal de viagem no Youtube. Para quem curte um Pop mais simples talvez goste.

Remove Silence - RAW


Já foi o tempo de Hard Rock moderninho na linha do Shinedown, musica bem chatinha. 

Hare Squead - Flowers


Rap com uns elementos de R&B bem divertido, todos os músicos do grupo conseguem ter seu momento de destaque na musica o que deixa ela bem dinâmica e o beat da musica deixa ela com uma pegada soft sem perder o peso que ficou excelente.

Foster The People - Loyal Like Sid & Nancy


O beat deixa a idéia de ser um EDM legal, mas o vocal deixa muito a desejar.

Avenged Sevenfold - Retrovertigo


Passível de cadeia.

Wyll Niga feat. Smile DJ - Parada no Tempo


O meu medo esta se concretizando, Dennis DJ esta fazendo discípulos. 

Adam Lambert - Two Fux


Gosto do Adam, mas essa aqui não deu não. Bem ruinzinha. 

Rashid - Musashi


Vai se foder Rashid que som é esse, letra sinistra.

Arcade Fire - Sign of Life


Creio que muita gente vai torcer o nariz para essa fase nova do Arcade Fire, mas eu gostei muito dessa pegada retro puxada para Disco Dance.

DJ Caíque feat. Clara Lima, Tati Botelho e Cris Snj - Mente Criminosa


O beat é muito bom, a letra é mediana começa meio fraca e vai melhorando durante o andamento da musica, no geral um rap bem ok.

Dan Caplen feat RAY BLK - Flar Champagne


O começo parece pouco promissor, lembrando certos trabalhos recentes do Drake, mas quando a musica engrena vira um R&B bem gostosinho de ouvir.

Liam Gallagher - Chinatown


Aquele Rockzinho bem bunda, igual na época do Oasis.

João Guilherme - O Que eu Sempre Quis


1 Reasons Why

Harper - Bad Luck


Um excelente arranjo instrumental, com uma guitarra puxada pro funk que ficou do caralho. O que estragou um grande resultado final foi o vocal pouco inspirado, encaixou muito pouco com instrumental. 

Stone Sour - Song #3


Essa musica nova me agradou bem mais que as outras coisas desse disco novo do Stone Sour que eu cheguei a ouvir, mas ainda sim longe de realmente ter criado um grande interesse para que eu escute o disco todo. Acho que eu a passei da fase de curtir Stone Sour.


John Smith - Living in Disgrace


John Smith é aquele tipo de artista jogo ganho e essa musica é mais um trabalho primoroso do britânico. Todos os elementos que deram nome ao musico você encontra nesse som, letra excelente, arranjo do instrumental foda e aquela voz rouca marcante. 

Make U Sweat feat. Mika


Nem uma musica que tem como refrão "Mira na minha boca e vem" tem como ser boa.


Calvin Harris - Funk Wav Bounces Vol. 1 


Bom ao invés de revisar só uma musica, irei revisar o disco todo. Quando surgiram as primeiras musicas desse novo álbum do Produtor/DJ escocês a surpresa foi geral, já que as musicas não tinham aquela linha Summer EDM genérico como de costume nos trabalhos de Harris, isso devido a linha mais voltada ao Funk que tinha as musicas. A mudança talvez tenha vindo pelo DJ ter observado como vem se destacando outros produtores que apostaram nessa linha como o Daft Punk e Mark Ronson, o resultado final é um disco mediano ele tem sim algumas boas musicas que são facilmente as melhores da carreira de Calvin Harris, mas o disco também tem boas falhas certas participações não funcionaram em nada no disco. O que podemos concluir é que se Calvin Harris manter a linha do que fez nesse disco, talvez os próximos trabalhos do cantor realmente possam ser muito bons, mas por enquanto temos no maximo um disco mediano.

Os 25 anos de Batman - O Retorno (1992): O Morcego, a Gata e o Pinguim


Revisitando Batman – O Retorno, que hoje completa 25 anos de seu lançamento no Brasil, fica claro que o filme é uma visão muito particular do universo do Homem Morcego por Tim Burton. O Diretor já havia comandado o primeiro filme de 1989, mas a sua liberdade criativa é posta em pratica muito mais neste segundo filme. É por isso que em matéria de “Universo Tim Burton”, “O Retorno” é muito rico.

Em primeiro lugar, apesar do filme ter o herói como titulo e personagem principal, Burton passa o inicio do filme em um longo período contando a história dos vilões, que diferente dos quadrinhos, tem suas origens e características mudadas. Aqui, temos que entender que tudo é questão de liberdade poética. Afinal, se olharmos com uma visão mais critica, a origem da Mulher Gato torna-se absurda. Ser jogada de um prédio e ser mordida por vários gatos até ressuscitar, não é lá bem o que poderíamos esperar da Celina Kyle dos quadrinhos.


E se já não bastasse, Pinguim se torna uma aberração da natureza, que logo depois do nascimento e desgosto por parte dos pais que não conseguiram conviver com a idéia de ter um filho deformado, é jogado em um lago, onde é encontrado por Pinguins gigantes, que o cria para se tornar um deles. Em comparação com o personagem original, parece até piada, mas como contador de histórias, Tim Burton torna esse absurdo instigante. E além disso: não mede esforços em se superar, pois referencia a origem de Moises com Pinguim (um bebe no cesto...acho que você entendeu, certo?)

Depois de mais de 35 minutos de filme, apesar de fazer uma rápida aparição enfrentando os vilões na cidade, Bruce Wayne finalmente tem sua primeira fala, e ela é de muita representatividade: “Os pais. Tomara que os encontre.”, diz Bruce, quando assiste ao noticiário onde Pinguim supostamente salva o filho do prefeito. O Bruce Wayne de Michael Keaton surge mais solto do que originalmente foi criado nos quadrinhos, mas ainda sim mantem sua síntese, de ainda guardar o trauma da perda de seus pais. Talvez isso faça com que ele tenha certa pena do Pinguim. Pelo menos, até enfrenta-lo. 


Não por acaso essa comparação aos dois personagens surge em um comentário sarcástico do Pinguim, que ao discutir com o herói diz: “Você tem inveja de mim pois eu sou uma aberração de verdade e você usa uma mascara para parecer uma”. Alias, durante o filme, Bruce vem demonstrando varias tentativas de buscar uma normalidade fora da vida de vigilante noturno. Ele realmente se interessa por Celina Kyle, e ao final do filme, tenta faze-la deixar a obscuridade de Mulher Gato. 

E sobre o curto relacionamento que teve com Vicki Vale, Bruce diz que ela “não conseguiu conciliar” com sua rotina de milionário de dia e vigilante a noite. Por mais que existam muitas diferenças do Bruce Wayne que encontramos nos Quadrinhos, muitas características são mantidas, assim como esse fardo de ter o Batman o privando de viver uma vida normal. Em Celina, talvez Bruce pudesse achar uma companheira que partilhasse dessa sua loucura. E a cena do baile de mascaras representa isso, fazendo com que os dois sejam os únicos desmascarados (isso também referenciado em Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, 2012).


25 anos de uma produção que faz jus ao cinema autoral de Tim Burton. Talvez não tão fiel aos quadrinhos, mas significativo para o personagem nos cinemas. E como já de costume, Batman continua tendo vários paralelos com seus inimigos, e Burton representa isso muito bem. Na edição 63 do nosso Podcast, desenvolvemos esse e outros temas tratados pelo filme (além dos também aniversariantes de Batman & Robin (1997) e Batman: TDKR, 2012).

Ouça nosso Podcast sobre o filme AQUI

RPS Musical #10: 26/06/17


Fala meus chapas, chegamos com mais uma edição. Mas já vou avisando que essa semana tem bem pouca coisa, porque a playlist tava bem sem sal. Não tinha nenhuma grande bomba, mas também nenhum grande hit. Então é isso aproveitem. 

Imagine Dragons - I Don't Know Why


Olha é melhor que muita coisa que a banda já fez, tem um riff de guitarra legalzinho e tal. Mas o Imagine Dragons tem uma divida grande pra pagar, para eu realmente conseguir gostar de alguma coisa feita por eles.


Lucas e Higor Lima - Beijo de Sol


A letra é até que bem boa, mas a dupla não sustenta muito na hora de cantar.

VÉRITÉ - Better


Pop Alt bem com cara de Pop Alt, todos os elementos do gênero estão presentes. Bom trabalho da VÉRITÉ(podia ter escolhido um nome artístico melhor).

Nico & Vinz - Intrigued


Fazia uns bons anos dês do ultimo lançamento da dupla, mas ele seguem com a mesma sonoridade diferente dos trabalhos anteriores misturando R&B e ritmos africanos que resulta em algo legal.

Far From Alaska - Cobra


Aquele Rock Alternativo sujão bem na linha que a banda costuma fazer, som bem legal.

Dennis DJ feat. MC Brinquedo - Safadeza


Porra Brinquedo fazendo musica com Dennis DJ, traiu o movimento irmão. *LEIA COM A VOZ DO DADO DOLLABELA*

Melanie C - Dear Life


Aqueles Pop's Soft com uma pegada meio musica motivacional, não bateu muito para mim.

Bruno Martini feat. Isadora - Sun Goes Down


Essa musica é um oferecimento de Escola David Guetta de EDM genérico.

Pépe Moreno - Pépe Moreno


Alo Pépe Moreno, essa musica é bosta pai.


DJ Khaled feat. Calvin Harris, Travis Scott e Jeremih - Don't Quit


O beat é bem legal, mas Jeremih e Travis Scott abusando do Autotune fica difícil gostar.

Sheppard - Edge of The Night


O começo até parece promissor, mas quando chega no refrão engrena para um lado no mínimo bizarro uma mistura de Pop Rock com musica de balada Européia no meio da década de 90.

Skinny Living - Why


Não sei dizer se essa musica é boa ou não, fiquei em uma bad ouvindo que até me perdi. Escutem ai e tirem suas próprias conclusões, mas já aviso a Bad é certa.

Balck Saint - Never Did This Before


O Beat é bem EDM padrão, mas a voz da vocalista dessa musica é excelente. Não sei se vai agradar todo mundo, mas para quem curte EDM vale à pena dar uma conferida.

Drake - Signs


Musica tão genérica que você escuta achando que já ouviu antes.

Parcels feat. Daft Punk - Overnight


Parcels tem um som Pop retro bem divertidinho e essa parceria com o Daft Punk caiu muito bem. Musica bem legal, quem curtiu principalmente o ultimo disco do Daft Punk vai curti bastante esse som.

Kodaline - Brother


Aquele Pop Rock na linha do One Republic com um bumbo bem marcado e uns elementos meio eletrônicos, bem esquecível. Pode pular.

Rionegro e Solimões - Vem Me Amar 


Ok, o Reggaeton chegou até Rionegro e Solimões, talvez esteja na hora de matar o gênero, antes que o pior aconteça. 

Fall Out Boy - Champion


Ok, essa musica ainda tem uns elementos novos meio estranhos, mas ja é bem melhor que anterior. Agora da pra começar a esperar algo do álbum novo do Fall Out Boy.

Vince Staples - Party People


Mais um lançamento sinistro do Vince, o beat com o bumbo pesadão ficou sinistro.

Boris Way feat. Tom Bailey - Your Love


EDM genérico com o vocal cantando igual o James Blunt, péssima combinação. Fuja dessa musica como Zack de la Rocha foge de uma reunião do Rage Againt the Machine.

Radiohead - Man of War


Algumas edições atrás comentei sobre a musica “I Promise” do OK Computer e essa nova também vem como sobra do clássico disco da banda, embora já tenha sido tocada algumas vezes ao vivo. E olha como comentado no lançamento anterior é incrível como uma musica sobra de um disco pode ser tão boa, excelente e solido trabalho do Radiohead.

RPS Musical #09: 18/06/17


Eai meus bons, esta no ar mais uma edição do RPS. Nessa semana teve uns lançamentos bem bons e outras bem baixo nível, então aproveitem a leitura! 

Calvin Harris Feat Pharell Williams, Katy Perry e Big Sean - Feels


É difícil dizer isso, mas essa é mais uma boa musica do Calvin Harris. É claro que dessa vez podíamos colocar como o responsável pelo resultado a participação do Pharell Williams um musica de primeira linha, mas o trabalho do DJ/Produtor nessa musica esta excelente o beat utilizado é de muito bom gosto. AS participações da Katy Perry e do Big Sean também não deixam nem um pouco a desejar e acrescentam muito a musica.

Tom Walker - Heartland 


Não é das mais originais, porque tem vários artistas mais conhecidos fazendo musicas bem parecidas, mas ainda é um bom som.


MC Kevinho - To Apaixonado Nessa Mina


Tentou ser o Livinho, mas não deu né pai.

The Killers - The Man


Li em algum lugar bem recente que uma nova onda de bandas de Rock Alternativo usando referencias de Disco Music iria aparecer e bom essa faixa nova do The Killers é um exemplo disso. A musica não é uma das melhores coisas que a banda ja lançou, mas é ao menos um som bem divertido. 

Dizzee Rascal - Space


Ótima musica flow do Dizzie esta insano. Movimento Grime realmente esta vindo com força.

Shania Twain - Life's About To Get Good


Country bem genérico, mas o que realmente importa é "CARALHO, A SHANIA TAWIN AINDA EXISTE".

DJ Khaled feat Rihanna e Bryson Tiller - Wild Thoughts


Pop swingado sem muito destaque, musica bem passável. Depois do excelente trabalho do DJ Khaled junto com a Beyonce e do Jay Z, parece que o DJ agora voltou ao seu Status Quo. 

Coldplay - All I Can Think About is You


Ok, eu nunca fui fã do COldplay nem dá fase mais aclamada da banda nem da mais recente com viés mais Pop. Então para mim gostar de algo feito por eles é abem difícil e bom claramente esse novo lançamento não é pra mim, mas sinceramente achei bem melhor que quase tudo que ouvi recentemente do Coldplay ela até chega a ameaçar ir pelo caminho dos trabalhos mais antigos da banda. 

Boss in Drama - Close Certo


Close Errado.

Macklemore feat Skylar Grey - Glorious


Bem na linha do que o Macklemore costuma fazer, para quem curtiu as musicas The Heist vai curtir essa também.


Jakko feat Diskover e Bodhi Jones - Only Got a Night


EDM genérico feito para comercial de agencia de viagem oferecendo pacote de ferias para o Spring Break em Cancun.

Arcade Fire - Creature Comfort


É com mais esse lançamento já se pode ter mais certeza que o Arcade Fire vem com uma sonoridade nova um pouco mais pop, mas que pra mim não perde nada em qualidade, acredito que quem gostou do disco mais novo do Paramore vai curti essa nova fase da banda.

Karol Conká - Lalá


O beat é meio chatinho, mas o flow da Karol e a letra salvam.

Imagine Dragons - Walking The Wire


Difícil de chegar até o final, só isso que posso dizer.

Big Boi & Troze - Chocolate


Eu gosto muito de grande parte dos trabalhos do Big Boi, mas essa musica aqui não caiu no meu gosto. As partes mais puxadas pro Rap tradicional até que são ok, o problema é o beat chatissimo indo em uma onda meio Techno.

Larissa Manoela - No Olhar


Que coisa mal produzida, parece aquelas musicas de programa infantil da Rede Vida, só que sem temática gospel. 

Thaide Feat Pump Killa - Só1Tiro!


Beat bem legal puxado pro Funk americano, letra também esta muito boa como é padrão nas musicas do Thaide. 

Royal Blood - Look Like You Know


Mais do que falar dessa musica já posso falar do disco todo novo do Duo Britânico. Bom o disco infelizmente esta longe da qualidade do primeiro, isso porque a banda tenta exatamente soar como no anterior, durante grandes parte das musicas você pode ouvir uma repetição de riffs e grooves que a banda ja tinha usado antes. O disco não é de todo mal, a dupla já não mostras todo o buzz do disco de estréia, mas ao menos ainda consegue divertir.

Thiaguinho - Ainda Bem


Faltou ousadia.

Faltou alegria.

Action Bronson - Let Me Breathe


Como já era de se esperar mais um bom trabalho do cara, incrível Bronson sempre acertando muito a mão.

Queen of the Stone Age - The Way You Used To Do


Sonzeira como é de se esperar da banda do Josh Homme, destaque também para o participação de Mark Ronson na produção que faz como de costume um trabalho excelente. O destaque a parte fica pelo Riff sensacional de Blues que se encontra na musica.

RPS Musical #08: 12/06/17


Salve meus caros, mais uma edição do RPS no ar. Essas semanas tiveram algumas coisas bem interessantes que valem a pena dar uma conferida, então aproveitem o Post. 

Katy Perry - Witness


Essa é uma musica bem ok, o começo mostra certo potencial indo em uma pegada meio Pop Alt, mas a continuidade da musica pouco impressiona. Sinceramente indo pelos singles lançados esse disco novo da Katy Perry não me desperta muito interesse.

Nego do Borel feat Maira e Maraisa - Esqueci Como Namora


Não gostei muito não, por ter o Nego do Borel esperava algo mais Funk Pancadão, mas ta mais pra uma pegada Funk Soft com um pé e meio no Pop.

Ibeyi - Away Away


Curti bastante, uma pegada meio Jazz Experimental bem diferente. Vale a pena dar uma chance.

Edu Chociay e Matheus & Kaun - Pote de Nutella


Deveria chamar pote de vergonha alheia essa musica.

Pharell Williams - Yellow Lights


Um som bem mais pesado que os lançamentos recentes do cantor, ótima musica os fãs da banda N.E.R.D. que o Pharell é um dos integrantes vão adorar essa.

Avenged Sevefold - Malagueña Salerosa


Olha se Avenged Sevefold ja não é uma banda tão palatável normalmente, tocando uma mistura bem estranha de Mariachi com Metal é mais difícil ainda.

Jorja Smith - Teenager Fantasy


Que voz dessa mulher, Neol Soul de primeira e deu pra sentir uma referencia boa de Amy Winehouse.

David Guetta feat Justin Bierber - 2U


É tão genérica que eu mal percebi que tinha começado, achei que era propagando do Spotify que tava rolando. 

Chuck Berry - Wonderful Woman


Pegada bem Blues Rock clássico, naquele estilo que o Chuck sabia fazer bem

Natiruts - Sol do Meu Amanhecer


Reggaezinho Lounge de inicio de festa, nada de mais no geral.

SZA feat Kendrick Lamar - Doves In The Wind


Ótimo dueto, musica excelente em todos os sentidos. Para quem curte um R&B com uma pegada mais Light essa musica aqui é altamente recomendável. 

Munhoz & Mariano - Alma de Peão


O instrumental da musica é bem bom, mas a dupla tem uma dificuldade tremenda de colocar as duas vozes no mesmo time e a letra é fraquíssima, ou seja a musica deixa bastante a desejar. 

Miley Cyrus - Inspired


Mais uma musica da Miley na pegada Folk, mas dessa vez a cantora vai para uma pegada mais tradicional que caiu bem melhor que o lançamento anterior. Longe de ser uma grande musica, mas o resultado final é uma musica bem aceitável.

Rise Against - The Violence


Olha depois de todas essas musicas lançadas, já da pra ver que o disco novo da banda vai ser bem divertido. Mais um bom som da banda.

DJ Khaled feat Drake - To the Max


O beat até que é bom, mas a participação do Drake deixa muito a desejar.

Sigalla e Ella Eyre - Come Hero for the Love


Do not come here for the music 

Sia - Free Me


Uma belíssima musica com um arranjo excelente, só errou na duração que é muito maior do que deveria o que acaba cansando um pouco.

Royal Blood - I Only Lie When I Love You


Gostei bem mais que a musica anterior lançado pela dupla, da pra sentir bem mais o peso característico dos caras. Se o disco for mais nessa levada, da para esperar algo bom.

RAY BLK - Doing Me


Neol Soul esta vindo com força, mais um bom som esse aqui com um pé no Rap também.

Lady Antebellum - Think About You


Bem chatinho, tem countrys bem melhores com uma pegada mais Pop como as musicas do Luke Bryan, Sam Hunt e da Miranda Lambert.

Lorde - Sober


O mesmo que comentei semana passada sobre a musica lançada pela Lorde se aplica mais uma vez. A musica é legal, mas praticamente idêntica as anteriores. .


O Amor e Existe - Eu Sushi e Você Pizza


Na duvida do que é pior o nome ou a musica. 

Jorda Rakei - Sorcess


R&B com uma pegada soft bem gostosinho de ouvir, grande destaque para as baterias dessa musicas que são um capitulo a parte. Vale a pena dar uma conferida.

Ice Cube - Good Cop Bad Cop


Rap bem na pegada Gangsta Rap ou seja Ice Cube fazendo o que sabe de melhor, excelente trabalho é até difícil acreditar que esse som é uma sobra de estúdio de um disco gravado a mais de 20 anos. 

Banco de Cérebros #64 - Os Brucutus de John Mctiernan


O diretor John McTiernan é a linha de frente de alguns dos maiores filmes de ação dos anos 80/90. Criador da série Predador e Duro de Matar, Mctiernan tem fez destes filmes sua marca registrada para o chamado Cinema de "Brucutos". E é ai que nos entramos! Para esse diretor pouco exaltado, o Banco de Cérebros trás uma edição toda especial sobre 4 de seus filmes: Predador (1987), Duro de Matar (1988), O Ultimo Grande Herói (1993) e Duro de Matar: A Vingança (1995). Comigo (Rafa Oliveira) y76, trago o especialista em filmes de ação do BDC, Vinicius Joker.



Download MP3
Duração: 0h58
Arquivo: 40,9 MB

Assine nosso Feed para Itunes!
Feed RSS

Recomendações

Rafa

Ponto Final - Match Point (2005) . Dir: Woody Allen



Vinicius Joker


Série de TV Banshee


Série de TV Atirador

Siga nosso Instagram!


Youtube


Nosso Feed!