CRÍTICA | Legends of Tomorrow (2ª Temporada)

Por Murilo Hal



O Doctor Who da DC/CW chegou ao fim de sua segunda temporada e com muito saúdo positivo, então vamos a minha opinião dessa temporada, que foi a primeira das séries do Arrowverso a ter sua temporada finalizada e que já foi confirmada para a sua terceira.

O plot da temporada foi a de concertar os estragos feito na linha do tempo durante a primeira temporada e a tomada de lugar dos Legends depois da queda dos Mestres do Tempo. Enquanto isso, alguns vilões já conhecidos do Arrowverso se juntam formado a Legião do Mal, atrás de um artefato que pode mudar a realidade em si.

Depois dessa breve sinopse, vamos ao pontos dessa temporada. Quero começar com o que de fato melhorou em questão à primeira temporada: o antagonista ou antagonistas, no caso. Vandal Savage era o grande obstaculo da primeira temporada, apesar de alguns pequenos vilões aparecerem durante os episódios, vários deles acabavam ficando repetitivos devido a sempre o mesmo embate ser apresentado, acabou deixando uma temporada tão pequena, um pouco enfadonha. Nessa temporada isso não aconteceu, tendo quatro vilões principais a série ficou muito bem estruturada e dinâmica, tendo episódios visto até mesmo no ponto de vista deles, e o melhor deles é o Flash Reverso e sua constante fuga das garras do Flash Negro, valeu toda a temporada.


Do lado dos heróis, temos algumas mudanças que valeram demais, a saída de Rip Hunter dando lugar para Canário Branco brilhar como capitã da nave foi certeira, os dois novos personagens que entraram na equipe adicionaram muita coisa a trama, Vixen adiciona mais seriedade e expande o universo de heróis apresentando a Sociedade da Justiça logo no começo da temporada e Cidadão Gládio trás comédia e excelentes cenas de luta, além de dezenas de referências nerds. O resto da equipe faz bem seu papel, mostrando bastante companheirismo e mostrando que eles estão muito mais entrosados do que na temporada passada.

Outra coisa que mudou nesta temporada, foi o romance extremamente forçado da primeira temporada entre a Mulher Gavião e o Átomo. Aqui temos um romance entre dois personagens, mas é feito sutilmente e vai crescendo entre os episódios, não é forçado e nem exagerado como o da primeira temporada. A trama segue bem, nas viagens do tempo, essa temporada e assemelha muito as viagens do Doctor em Doctor Who, entrando em momentos históricos da humanidade e conhecendo pessoas famosas também, as melhores são George Lucas e J. R. R. Tolkien.


No mais, a temporada foi totalmente positiva, com ótimos episódios e todos mito divertido, que é nisso que a série se foca, diversão sem pretensão. Logo as outras séries da DC/CW estarão acabando e terão suas críticas aqui no site! Fiquem ligados!